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Tira-dúvidas com Jeaniene Frost e trecho de Up from the Grave – Night Huntress

04/23/2013

A Jeaniene Frost postou hoje um trecho de um dos livros que, na minha opinião pessoal, é um dos mais aguardados esse ano em função do tempo que ficamos afastados de seus personagens. Estou falando de Up from the Grave, o próximo livro da série Night Nuntress, que conta a história de Cat e Bones em mais uma aventura.

Nesse mesmo post ela divulgou alguns vídeos onde responde a algumas perguntas de fãs, mas como organização é tudo nessa vida, vamos por partes. A seguir o trecho do livro, pra matar um pouco de saudade e alimentar a ansiedade da espera do livro.

SPOILER ALERT : Pra quem não leu a história da antologia no Bite Before Christmas, esse trecho contém um mega spoiler a respeito de Bones e Ian. Então leia por conta e risco. Algumas partes foram substituídas pela autora pelo termo “redigido” para manter o material livre de outros spoilers. 

Trecho original (em inglês):

The RV smelled like an Italian restaurant that had been overrun by stoners. Needless to say, I didn’t want to speak to my uncle at the moment, so if Don had any intentions of traveling to [redacted], he was doing it by ley line. We had enough garlic and weed to hold off an ethereal army.

Tyler also wasn’t going with us to investigate [redacted]. The medium stated that he and Dexter were sitting this one out – a wise choice. It also gave me a trusted person to leave Helsing with. My cat had probably run through eight of his nine lives from the other battles he’d unwittingly been a part of. I wasn’t about to drag him along on what might turn out to be our most dangerous one ever.

We didn’t go straight from New Orleans to Charlottesville, though. We stopped by Savannah, Georgia first. Knowing the person we were picking up, I expected the address he gave us to end in either a grand house or a strip club, but we pulled up to a modest townhouse near Forsythe Park instead.

“The Nav system must’ve gotten lost,” I muttered.

Then the door opened, dispelling that notion. A tall, auburn haired vampire sauntered out, pausing to blow a kiss at the disheveled-looking blonde who lingered in the doorway despite only wearing a towel.

“Have that spatula ready when I return,” Ian sang out to her.

“I don’t even want to know what that means,” were my first words when he climbed into the RV.

Ian clucked his tongue as he settled into the chair behind us.

“You don’t already? Shame on you, Crispin. Married how long and you haven’t spanked your wife with a metal spatula yet?”

I’d gotten used to Ian’s casual assumption that everyone was as perverted as he was, so I didn’t miss a beat.

“We prefer blender beaters for our kitchen utensil kink,” I said with a straight face.

Bones hid his smile behind his hand, but Ian looked intrigued.

“I haven’t tried that…oh, you’re lying, aren’t you?”

“Ya think?” I asked with a snort.

Ian gave a sigh of exaggerated patience and glanced at Bones.

“Being related to her through you is a real trial.”

This time, Bones didn’t attempt to conceal his grin. “That’s why you can pick your friends but not your family, cousin.”

An emotion flashed across Ian’s face before he covered it with his usual I’m-a-pain-in-the-ass-and-proud-of-it smirk. If it were anyone else, I’d swear it was childlike joy at hearing Bones call him “cousin.” Recent events had revealed their long-lost human connection, making Ian both Bones’s vampire sire and his only living blood relative.

That meant I was never getting rid of him. Then again, considering what my blood relatives had done, Ian was almost a saint by comparison.

“You didn’t say much when you rang me, so what’s the crisis you need my help with this time?” Ian drawled, sounding bored.

Tradução livre:

A RV cheirava como um restaurante italiano que havia sido invadido por drogados. Eu não queria falar com meu tio no momento, então se Don tivesse quaisquer intenções de viajar para [redigido], ele estava fazendo isso por linhas ley (só o Google pra explicar). Nós tínhamos alho e maconha suficientes para segurar um exército etéreo.

Tyler também não estava indo conosco investigar [redigido]. O médium afirmou que ele e Dexter estavam fora dessa – uma sábia escolha. Isso também me deu uma pessoa de confiança com quem deixar Helsing. Meu gato provavelmente viveu oito das suas nove vidas nas outras batalhas das quais ele tem feito parte indesejavelmente. Eu não estava disposta a arrasta-lo na que deve tornar a ser a mais perigosa de todas.

Nós não fomos direto de Nova Orleans para Charlottesville, contudo. Nós paramos em Savannah,na Geórgia, primeiro. Sabendo a pessoa que nós estávamos pegando, eu esperava que o endereço que ele nos deu acabasse ou em uma grande casa ou um clube de strip, mas ao invés disso acabamos em um modesto condomínio perto do parque Forsythe.

 “O sistema de navegação deve ter se perdido”, eu murmurei.

Então a porta abriu, dissipando aquela noção. Um vampiro alto, de cabelo ruivo saiu, pausando para soprar um beijo a uma loira despenteada que permanecia na porta apesar de vestir apenas uma toalha.

 “Tenha aquela espátula pronto quando eu retornar”, Ian cantou para ela.

 “Eu não quero nem saber o que isso quer dizer”, foram minhas primeiras palavras quando ele subiu na RV.

Ian estalou a lingual conforme se acomodou no banco atrás de nós.

 “Você já não sabe? Que vergonha de você, Crispin. Casado há quanto tempo e você ainda não espancou sua esposa com uma espátula de metal ainda?”

Eu havia me acostumado com a presunção casual de Ian de que todo mundo era tão pervertido quanto ele era, então eu não perdi a batida.

 “Nós preferimos batedores de liquidificador para nossos utensílios de cozinha excêntricos”, eu disse com uma cara séria.

Bones escondeu seu sorriso atrás de sua mão, mas Ian pareceu intrigado.

 “Eu não tentei isso…oh, você está mentindo, não está?”.

 “Você acha?”, eu perguntei com um grunhido.

Ian deu um suspiro de exagerada paciência e olhou para Bones.

 “Ser parente dela através de você é um verdadeiro teste”.

Dessa vez Bones não tentou esconder seu sorriso. “É por isso que você pode escolher seus amigos, mas não sua família, primo”.

Uma emoção cruzou o rosto de Ian antes que ele a cobrisse com a sua usual sorriso de eu-sou–um-pé-no-saco-e–tenho-orgulho-disso. Se fosse alguém qualquer, eu juraria que era alegria infantil ao ouvir Bones chamá-lo de primo. Eventos recentes revelaram a conexão humana deles perdida há muito tempo, fazendo de Ian tanto o vampiro criador de Bones quando seu único parente de sangue vivo.

Aquilo significava que eu nunca me livraria dele. Então, novamente, considerando o que os meus parentes de sangue haviam feito, Ian era quase um santo em comparação.

“Você não disse muito quando me telefonou, então qual é a crise para qual você precisa da minha ajuda dessa vez?”, Ian falou demoradamente, parecendo entediado.

E aqui vão os vídeos dos quais falei no começo do post!

Fonte aqui

2 Comentários leave one →
  1. Paty permalink
    04/24/2013 12:50 PM

    Ahhh que Saudade do Bones e da Cat!!!!!!

  2. Gabi permalink
    04/24/2013 3:20 PM

    saudades eternas!!!!!

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