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Excerpt de Once Burned – Night Prince Series

12/26/2011

Os presentes de Natal continuam, mesmo que a data já tenha passado. Quem nos honra com um presente mais do que esperado desta vez é Jeaniene Frost, com um pedaço de Once Burned, o livro do Vlad!  Mas antes disso, pra quem perdeu, vamos postar novamente a descrição do livro.

Descrição:

She’s a mortal with dark powers…

After a tragic accident scarred her body and destroyed her dreams, Leila never imagined that the worst was still to come: terrifying powers that let her channel electricity and learn a person’s darkest secrets through a single touch. Leila is doomed to a life of solitude…until creatures of the night kidnap her, forcing her to reach out with a telepathic distress call to the world’s most infamous vampire…

He’s the Prince of Night…

Vlad Tepesh inspired the greatest vampire legend of all—but whatever you do, don’t call him Dracula. Vlad’s ability to control fire makes him one of the most feared vampires in existence, but his enemies have found a new weapon against him – a beautiful mortal with powers to match his own. When Vlad and Leila meet, however, passion ignites between them, threatening to consume them both. It will take everything that they are to stop an enemy intent on bringing them down in flames.

Tradução livre:

Ela é uma mortal com poderes obscuros…

Depois que um trágico acidente deixou cicatrizes em seu corpo e destruiu os sonhos dela, Leila nunca imaginou que o pior ainda estava por vir: poderes aterrorizadores que permitem-na canalizar eletricidade e aprender os segredos mais negros de uma pessoa através de um simples toque. Leila está amaldiçoada com uma vida de solidão… até criaturas da noite a seqüestrarem, forçando ela a alcançar, através um telepático pedido de socorro, o mais infame vampiro…

Ele é o príncipe da noite…

Vlad Tepesh inspirou a maior de todas as lendas de vampiro – mas o que quer que você faça, não o chamde de Drácula. A habilidade de Vlad de controlar fogo faz dele um dos mais temidos vampiros da existência, mas seus inimigos encontraram uma nova arma contra ele – uma linda mortal com poderes compatíveis aos dele. Quando Vlad e Leila se encontram, no entanto, paixão inflama entre eles, ameaçando consumir ambos. Será necessário tudo que eles são para parar uma intenção do inimigo de acabar com eles em chamas.

Agora sim, o trecho postado pela autora. Seguindo ela, nessa cena, Vlad recém trouxe Leila de volta a sua casa sob um acordo com o qual ela não está muito confortável – e ela não sabe que ele é o “verdadeiro” Drácula ainda. Ela pensa que ele tem problemas com jogos de atuação por chamar a si próprio de Vlad.

The word “house” didn’t begin to do justice to the white and gray structure in front of me. I actually had to tilt my head back to see all the way up to the roof. It was at least four stories high, with additional floors on the triangular turrets that rose dramatically on each corner. A myriad of carvings decorated the exterior, from intricate balconies in front of soaring windows to stone gargoyles that glared down from their perches. They weren’t the only sentinels of this gothic-looking palace; at least a dozen people were stationed in various spots around the house, some standing so still that at first glance, I’d thought they were statues, too. A high stone wall with manned lookout towers encircled the property. Beyond that and the surrounding forest, dark gray mountains acted as a natural barrier, adding to the imposing feel of the place.

“Leila.”

Vlad’s voice jerked my attention back to him. He didn’t bother to hide his grin as he glanced down at my feet.

“Don’t you want to come inside before you catch a chill?”

I followed his gaze as if I needed proof that I was standing barefoot on the icy ground. I’d forgotten about the cold, being so caught up in the splendor around me, but now sharp needles of pain pricked my feet.

“Coming,” I said at once.

Two huge double doors opened and Vlad entered through them, nodding at the men who bowed to him as he passed. This time, the obsequious gesture didn’t seem out of place. Anyone who lived in a palace like this would expect to be bowed to. Hell, it was bigger than some royal castles I’d seen on TV.

I followed after him, unable to keep from looking around like a kid. We were inside an enormous hall with ceilings that were decorated with artful beams, frescos and shields. Off to the right, the ceiling lowered and became domed glass. Below it, an indoor garden with plants and flowers were arranged around chairs, couches, and a marble fountain.

Vlad strode by the garden and I followed, catching glimpses of more magnificent rooms as we continued down the main hall. Finally he stopped in front of a staircase.

“Maximus will show you to your room,” Vlad stated. He turned and began to walk away, but my “Wait!” stopped him.

“I can’t shower until I release all my excess electricity,” I said with a shrug. “Don’t suppose you have any lightning rods here?”

“I’ll get some,” he replied, coming closer. “Until then, use me.”

“I can find something else,” I hedged.

A brow arched. “I insist.”

He grasped my hand with those words. His coppery eyes stared into mine, silencing my next protest before I voiced it. He was so close that I imagined I could feel his unusual heat in the scant space between us. The warmth from his hand was certainly real. It seemed to slip inside my skin, teasing me with memories of what it felt like to be enveloped in his embrace, that hot, hard body pressed along every inch of me.

I cleared my throat to distract myself from the unexpected tightening of certain parts down below. It didn’t help that he stroked my skin as he waited for my response, even that small touch sending more pleasant tingles through me.

“Are you sure?” I had to drain myself in order for this to be effective, and though he was fireproof, it might still hurt.

He leaned down, his long hair brushing my face. Those dark strands shouldn’t have felt like teasing caresses, but they did, and again, I cursed my strange reaction to him.

“I never do anything unless I’m sure.”

His voice was lower, and his fingers tightened on my hand. A bolt slid into him that I hadn’t meant to send, but he didn’t appear to mind. Instead, a slow smile spread across his lips.

“More.”

Tradução livre:

A palavra “casa” não começava a fazer justiça à estrutura branca e cinza na minha frente. Eu realmente tive que inclinar a cabeça para trás para ver todo o caminho até o telhado. Eram pelo menos quatro andares de altura, com pisos adicionais sobre as torres triangulares que se erguiam de forma dramática em cada canto. Uma miríade de esculturas decorava o exterior, desde varandas complexas na frente de amplas janelas até gárgulas de pedra que olhavam para baixo de seus puleiros. Eles não eram os únicos sentinelas deste palácio de aspecto gótico; pelo menos uma dúzia de pessoas estavam paradas em vários pontos ao redor da casa, algumas permanecendo tão imóveis que, à primeira vista, eu pensei que eles eram estátuas também. Um muro alto de pedra com torres de vigia ocupadas cercavam a propriedade. Atrás dele e dos arredores da floresta, montanhas cinzentas agiam como uma barreira natural, aumentando a sensação de imponência do lugar.
“Leila”.
A voz de Vlad trouxe a minha atenção de volta para ele. Ele não se preocupou em esconder o seu sorriso conforme olhou para os meus pés.
“Você não quer vir para dentro antes de pegar um resfriado?”
Eu segui o seu olhar como se eu precisasse de uma prova que eu estava de pé descalço no chão gelado. Eu tinha esquecido do frio, sendo tão distraída pelo esplendor em torno de mim, mas agora afiadas agulhas de dor fincavam meus pés.
“Estou indo”, eu disse de uma vez.
Duas enormes portas duplas abriram e Vlad entrou através delas, acenando para os homens que se curvaram para ele assim que ele passou. Desta vez, o gesto obsequioso não pareceu fora de contexto. Qualquer pessoa que vivesse em um palácio como esse esperaria que curvassem-se para si. Inferno, ele era maior do que alguns castelos reais que eu tinha visto na TV.
Eu segui atrás dele, incapaz de não olhar ao redor como uma criança. Estávamos dentro de um enorme corredor com tetos que eram decorados com vigas artesanais, frescos e escudos. Para a direita, o teto rebaixava e se tornava uma cúpula de vidro. Abaixo dela, um jardim interior com plantas e flores era organizado em torno de cadeiras, sofás, e uma fonte de mármore.
Vlad caminhou pelo jardim e eu segui, vislumbrando mais dos magníficos cômodos conforme continuamos pelo corredor principal. Finalmente, ele parou na frente de uma escada.
“Maximus irá mostrar-lhe o seu quarto”, afirmou Vlad. Ele se virou e começou a se afastar, mas o meu “Espere!” o deteve.
“Eu não posso tomar banho até que eu libere todo o excesso de minha eletricidade”, eu disse com um encolher de ombros. “Não imagino que você tenha algum pára-raios aqui?”
“Eu vou conseguir alguns”, respondeu ele, aproximando-se. “Até então, use-me.”
“Eu posso encontrar outra coisa,” eu enrolei.
Uma sobrancelha se arqueou. “Eu insisto.”
Ele segurou minha mão com aquelas palavras. Seus olhos cor de cobre olharam para os meus, silenciando o meu próximo protesto antes de verbalizá-lo. Ele estava tão perto que eu imaginei que eu podia sentir seu calor incomum no espaço escasso entre nós. O calor da sua mão era certamente real. Parecia deslizar dentro da minha pele, me provocando com as memórias de como era ser envolvida em seu abraço, aquele corpo quente e rígido pressionado ao longo de cada centímetro de mim.
Eu limpei a garganta para me distrair do aperto inesperado de certas partes mais abaixo. Não ajudou que ele acariciou minha pele enquanto esperava pela minha resposta, até aquele pequeno toque enviando formigamentos até de mim.
“Você tem certeza?” Eu tinha que me drenar para que fosse eficaz, e embora ele fosse à prova de fogo, ainda podia doer.
Ele se inclinou para baixo, seus longos cabelos roçando no meu rosto. Aqueles fios escuros não deviam ter parecido como carícias provocativas, mas eles pareceram e, novamente, eu amaldiçoei minha reação estranha à ele.
“Eu nunca faço nada a não ser que eu tenha certeza.”
Sua voz estava mais baixa, e seus dedos apertavam minha mão. Um raio que eu não tinha intenção de enviar deslizou até ele, mas ele pareceu não se importar. Em vez disso, um sorriso lento espalhou-se em seus lábios.
“Mais”.

Ahhhhh!! O Vlad disse tudo: “MAIS”!! Queremos mais, sim!!!

O livro será lançando dia 26 de junho de 2012. Até lá será só tortura…

Fonte: aqui

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  1. Adriana permalink
    12/27/2011 9:56 AM

    Eu adoro de paixão esta série…

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