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Fanfic Last Sacrifice – Capítulo 51

07/31/2011

Rá! Quem diria que eu entregaria um capítulo na data marcada depois de tanto furar nossos encontros aos domingos, heim?! Mas eu consegui!!  Porém, como diz o ditado.. dia de muito, véspera de nada. O que eu quero dizer? Que eu não sei se domingo que vem teremos a mesma sorte. É ver pra crer! Eu vou avisando conforme desenrolar a semana.

Enfim…gente, o capítulo 51 eu vou categorizar novamente como light e se vocês discordarem de mim é porque eu sei o que vem adiante, logo eu tenho com o que comparar =p. Mas nem por isso deixem de comentar suas impressões sobre ele ok? Espero que gostem!!

Bjinhos a todos, um ótimo domingo e boa leitura!  =)

Perdeu alguma coisa no meio do caminho? Clique aqui para ler os capítulos anteriores.

 

Fanfic Last Sacrifice (by Little) – Capítulo 51

O cemitério não era longe dos arredores da corte real, porém mesmo assim muitos se deslocaram até lá de carro, inclusive nós, o que tumultuou um pouco o trânsito. Bom, e talvez o fato de termos esperado todos saírem da igreja para decidir o que fazer também tenha ajudado a pegarmos tanto congestionamento.

Dimitri assumiu o volante ao lado de um sisudo Abe, enquanto eu sentava no banco de trás. Lissa e minha mãe haviam partido da igreja em outro veículo bem mais cedo do que nós. Para ser bem exata, elas devem ter saído enquanto eu estava me dirigindo ao altar da Igreja, pois ao virar-me de frente para a platéia eu não as localizei no banco em que estavam originalmente sentadas, um à frente do meu, o que era compreensível. Certamente ao ver que eu faria uma merda das grandes, Abe deve ter mandado minha mãe tirar Lissa de cena para ela não ser associada de nenhuma forma ao meu misterioso retorno. Uma boa idéia, considerando que eu não estava pensando nem um pouco na repercussão das minhas ações.

Aliás, não só Lissa foi orientada a manter distância. Todo o resto da minha turma precisou conseguir carona com conhecidos ou amigos, como Zach, Christian e Mia, por exemplo. Os dois primeiros pegaram carona com Jill e sua mãe, Emily, enquanto Mia preferiu ir acompanhada de seu pai. Falando em Mia…

“Meu Deus, Eddie!”, eu exclamei, envergonhada por recém lembrar do meu velho companheiro dos tempos de escola, que também havia lutado no último e fatídico ataque à St. Vladimir. “Alguém tem notícias dele? Ele está bem? Ou melhor, onde ele está? Eu não o vi desde a batalha”. A resposta veio da única pessoa que ainda estava falando comigo, Dimitri.

“Eddie está bem, embora ainda esteja em St. Vladimir”.

“Mesmo? Por quê?”.

“Eu liguei para a escola mais cedo e fui informado de que devido às más condições climáticas, nenhum avião está decolando de lá ou de qualquer lugar próximo. Todos que tentaram sair algum tempo depois de nós estão enfrentando o mesmo problema. Algo sobre uma tempestade de neve estar se formando no meio do caminho”.

“Então ele não vai chegar a tempo?”.

“Infelizmente não”. Eu lamentava em silêncio quando senti os olhos dele em mim através do retrovisor.

“Dimitri, relaxa, eu estou bem!”, eu disse meio exaltada. Seus olhos voltaram para a estrada, mas os meus permaneceram no espelho e, arrependida pelo tom que usei com ele, me aproximei de seu banco e pus minha mão em seu ombro. Na mesma hora Dimitri soltou o câmbio para segurá-la, apertando-a levemente e acariciando-a com seu polegar.

“Eu ainda estou aqui”, Abe disse ao limpar a garganta, visivelmente incomodado com a nossa demonstração pública de carinho. Se por respeito ou medo do meu pai ou porque precisava trocar a marcha do carro, Dimitri soltou minha mão e voltou a segurar o câmbio. Irritada, eu olhei para Abe não acreditando que ele estava sendo tão cretino assim. Sério, a vontade que eu tinha era de dar um peteleco na cabeça dele pra ver se ele deixava de ser tão murrinha. Dimitri parecia estar achando graça do ciúme paterno de Abe ou da minha reação, pois eu o vi segurar um sorriso. Indignada, eu cruzei os braços e voltei a me encostar novamente no banco de trás.

Eu estava começando a ficar impaciente, principalmente depois de notar que apesar de termos chegado ao cemitério, não conseguíamos uma vaga para estacionar. Nós já havíamos passado três vezes pelo mesmo lugar, sem sucesso. Também pudera, todos os carros do engarrafamento que pegamos deviam estar aqui.

Foi um verdadeiro inferno, mas no fim conseguimos. A solução foi estacionar um pouco mais longe e cobrir a distância a pé. Em outras palavras, mais tempo para se perder. Abe parecia não ter pressa alguma, pois por ele eu nem viria mais ao enterro de Adrian depois do que ele próprio chamou de ‘showzinho desnecessário’. Se não fosse por uma intervenção de Dimitri, que parece ter enfiado algum senso na cabeça dura de meu pai, que no fim acabou concordando em me levar, eu nem sei o que seria de mim.

Quando o ronronar do motor do carro finalmente cessou e eu tive certeza de que havíamos parado e poderíamos descer, eu respirei aliviada e não tive problema nenhum em praticamente arrastar Abe pelo caminho para chegarmos ao cemitério o mais rápido possível. Eu não estava preocupada com lugares, pois apesar de Daniella ter feito questão de reservar espaço para todos os amigos de Adrian junto com seus familiares, eu não mais fazia parte dessa lista, já que uma das condições de Abe para que eu participasse do enterro era observar tudo à distância. Até aí, tudo bem, mas seria bom chegar a tempo de ter o que assistir e por isso eu arrastaria um touro comigo se fosse necessário.

A temperatura na rua estava muito baixa, tanto que quando respirávamos pela boca saia aquela fumaçinha esbranquiçada e quando respirávamos pelo nariz, parecia que as vias respiratórias estavam sendo destruídas por algum tipo de ácido, porque ardia tudo por dentro. Em seguida eu entendi o motivo de tanto frio, ao ver que pequenos flocos de neve começavam a cair do céu.

De onde Abe sugeriu que ficássemos, era possível observar o caixão de Adrian suspenso sobre a sepultura que mais tarde ocuparia. Daniella não quis que ele fosse colocado em um dos mausoléus da família Ivashkov, optando por sepultar seu filho no chão, assim como fora feito com seus pais. Pelo menos assim ele teria pessoas queridas por perto, eu pensei.

Algumas flores brancas e vermelhas adornavam a tal caixa de madeira ao redor da qual várias pessoas iam se posicionando, umas mais perto, outras nem tanto, preferindo manter certa distância. Após a chegada de todos, Daniella agradeceu mais uma vez pela atenção e carinho que recebeu dos que estiveram ao seu lado durante esse período difícil, salientando que não haveria nada de especial durante este enterro, como geralmente se costuma fazer na morte de alguém de sangue considerado nobre. Apesar de ela muito ter organizado eventos desse tipo para os outros, ela disse ter aprendido da pior forma que velar um corpo ou postergar o enterro do mesmo somente prolonga o sofrimento dos que ficam, além de não trazer a pessoa de volta.

Por isso ela pediu que compreendessem os motivos dela para não fazer daquele momento uma festa e querer que somente a família e amigos próximos estivessem presentes a partir daquele instante, por uma questão de privacidade. Ela foi prontamente atendida. Algumas pessoas ainda prestaram suas últimas homenagens a Adrian, atirando mais algumas flores sobre o caixão fechado, ou simplesmente tocando-o de leve antes de deixarem o local. Mas por fim, todos se foram. Lissa e minha mãe estavam incluídas nesses números, afinal como agora era uma conselheira, Lissa não poderia correr o risco de chegar atrasada para a primeira eleição da qual participaria. Eu as vi saindo, mas acho que não fui vista por elas.

Apenas os mais íntimos permaneceram, parecendo orar em silêncio, cabisbaixos e com lágrimas nos olhos. Eu era uma dessas pessoas. Porém, mesmo desmoronando por dentro, eu permaneci firme em meu lugar, dizendo a mim mesma que dentro daquele caixão estava apenas um corpo vazio, sem conteúdo, sem espírito, não o Adrian alegre e cheio de vida que conheci. Céus, eu daria um dedinho para ficar mais perto. Dane-se, eu pensei. Eu precisava tentar mais uma vez.

“Abe?”, eu o chamei baixinho, sentindo o nervosismo em minha voz. Quando ele olhou para mim, eu precisei reformular meu discurso. “Olha, praticamente todos que estão ali agora são nossos conhecidos e os que não são estão visivelmente sofrendo demais para notar minha presença. Além disso, todos estão usando capas para se protegerem contra a neve e óculos escuros. Será que não dá mesmo para chegarmos mais perto? Ninguém vai desconfiar que eu estou entre eles!”. Abe ficou me estudando em silêncio, mas eu podia ver um “não” piscando em neon em sua testa. Apertando os lábios para não deixar uma lágrima escapar, eu assisti ele dar um passo na minha direção. Eu desviei meu olhar e me preparei para ouvir um sermão que não veio. Parece que eu não leio meu pai tão bem como ele me lê.

“Eu não vejo como isso pode ajudar em alguma coisa, Rose. Você só vai se machucar ainda mais. Por que você continua fazendo isso com você?”. Eu não conseguia olhar na cara de Abe, ainda mais depois de perder a luta contra minhas lágrimas. Na tentativa de controlá-las, eu olhava para cima, para os lados e piscava rapidamente enquanto respirava pela boca, porque o nariz já não funcionava para mais nada além de escorrer. Demorou um pouco, mas eu consegui. Controlar as lágrimas, não encarar meu pai.

Que tipo de pergunta era aquela, afinal? Não era óbvio para ele que essa era minha última chance de dizer adeus, de me despedir de Adrian antes de tentar colocar uma pedra sobre esse assunto de uma vez? Não que eu tivesse grandes planos, mas eu sabia que do jeito que estava não podia ficar. Eu precisava seguir adiante com minha vida. Para isso, porém, eu precisava aceitar de fato que Adrian não voltaria mais e só havia uma forma de me conformar disso e Abe estava no meio do caminho.

Vendo que não teria uma resposta de mim, apesar de eu achar que Abe não precisava de uma para saber o que se passava comigo, meu pai chegou bem pertinho e falou ao pé do meu ouvido. “Se você pensar em cometer outro ato de auto-exposição, eu juro que a impedirei antes que consiga abrir a boca, fui claro? Eu estarei logo atrás de você, Rose, então tente não fazer gracinhas”. Ele fez uma breve pausa para dar um longo suspiro, soltando um ar quente próximo ao meu pescoço. Eu, ao contrário dele, não conseguia respirar e isso não tinha nada a ver com congestão nasal. Era pura ansiedade de antecipação. “Vá, antes que eu me arrependa disso”. A decisão dele veio como uma ordem, que eu acatei sem hesitar. Com os olhos no chão, eu apenas me virei e segui na direção onde Daniella e alguns de meus amigos estavam.

“Calma aí, mocinha”, Dimitri me parou alguns passos depois, puxando-me pelo braço. “Eu vou com você”. Ele então ofereceu sua mão, eu aceitei e, de mãos dadas, nos deslocamos até os lugares reservados para nós. Em nenhum momento Dimitri soltou-me, o que me dava confiança, mas minha sensação mudou assim que o caixão começou a descer em direção ao solo, selando para sempre minha relação com a pessoa que talvez mais tenha me amado nessa vida e, de repente, segurar a mão de Dimitri parecia errado. Mais errado ainda porque enquanto nós estivemos juntos, eu jamais me entreguei completamente a Adrian, pois uma parte de mim parecia estar sempre ligada a Dimitri, me fazendo sentir uma constante traidora.

Não dessa vez, eu pensei. Pelo menos dessa vez eu honraria a Adrian tudo que ele sempre mereceu e nunca teve completamente de mim: consideração, respeito. Hoje ele teria o meu coração somente para ele porque, bem, não tinha como não ser. Eu devia isso a ele, ao garoto que me amou incondicionalmente e que me fez descobrir tarde demais que eu o amei também. Não do jeito como amo Dimitri, obviamente, até mesmo porque, por serem pessoas completamente diferentes, não dá para se estabelecer uma comparação, pelo menos não uma que seja justa. É como tentar escrever sempre a mesma história usando outros personagens, não funciona. Mas eu definitivamente o amei.

Uma ponta de mim sempre soube, mas eu nunca tive coragem para admitir isso a Adrian porque não queria lhe dar falsas expectativas, com medo de estar julgando mal meus sentimentos e mais tarde ferir os dele. Eu sempre estabeleci limites, trazendo nossa relação para a realidade de que meu coração ainda não estava aberto para novos relacionamentos, mas o bem da verdade era que eu tinha medo de descobrir que poderia dar certo entre nós. Se tivéssemos mais tempo antes de Dimitri voltar, teria eu cedido aos encantos de Adrian? Eu nunca admiti com sinceridade a ele e agora não havia mais tempo para dizer qualquer coisa, mas eu acredito que sim.

Por isso, em respeito a Adrian e ao que um dia nós poderíamos ter tido, eu soltei a mão de Dimitri que, percebendo meu desconforto, permitiu que eu lentamente afastasse minha mão. Porém ele deixou claro que aquela decisão era apenas minha, pois até o último de nossos dedos deixarem de se tocar, Dimitri não removeu sua mão de onde estava. Nem depois. Eu não olhei para baixo, mas tenho certeza de que se procurasse por ela novamente, eu a encontraria no mesmo lugar. E ali nós ficamos assistindo o caixão desaparecer, pouco a pouco, até não haver mais o que assistir. Estava tudo acabado, mas assim como eu, a maioria dos presentes pareciam não ter coragem de virar as costas e partir, pois a sensação era de que estaríamos simplesmente abandonando Adrian para ser enterrado a sete palmos abaixo da terra, como se concordássemos com aquilo e aceitássemos que a partir de agora ele não faria mais parte de nossas vidas, o que não era verdade.

Eu somente saí de lá quando Abe se aproximou por trás de mim e avisou que o túmulo seria fechado, parecendo saber que era algo que eu não gostaria de presenciar. Respirando fundo eu então fechei meus olhos o tempo necessário para dizer mentalmente a Adrian que descansasse em paz. Ao abri-los, eu senti uma estranha brisa, quente e suave, soprar brevemente contra meu rosto, quase como uma carícia. Era como se alguém tivesse deslizado seus dedos sobre minha face para enxugar minhas lágrimas. Alguém, não. Adrian. E com aquilo ele estava me dizendo para parar de chorar. O mais estranho? Eu não havia percebido que estava chorando até então.

Aquilo foi tão intenso que por um momento eu tive medo de estar perdendo o juízo, de olhar para os lados e enxergar, de fato, Adrian, mas assim como veio, a brisa quente se foi e logo as rajadas de vento gelado voltaram com força total, congruentes com o clima instável daquele dia cinzento e me levando a crer que se fora mesmo uma sinal de Adrian, tratava-se apenas de uma despedida. E se ele estava partindo, então eu não tinha mais razões para permanecer ali também.

Eu já estava no meio do caminho rumo à entrada do cemitério, seguida por meu pai e Dimitri, quando eu comecei a ouvir o som da terra sendo jogada sobre o caixão. Aquilo que me roubou o ar dos pulmões como se uma parte de mim estivesse sendo enterrada ali, viva, junto com Adrian e me dando a certeza de que nunca mais seria a mesma novamente.

O retorno do cemitério à corte parece ter levado o dobro do tempo do percurso inverso, apesar da distância ser absolutamente a mesma e o trânsito estar liberado. O clima dentro do carro estava pesado e se antes não havia palavras para serem ditas, agora muito menos. Eu mantive meus olhos na paisagem durante todo o tempo, pensando em como seguiria com a minha vida dali para frente, mas acho que era cedo demais para achar respostas.

Eu somente percebi que havia me perdido em pensamentos quando dei um pulo no banco ao ouvir as batidas das portas de Abe e Dimitri. Nós estávamos de volta à corte. Passado o susto, eu também desembarquei do carro e nós três seguimos para o quarto de Lissa, onde eu deveria ficar entocada até segunda ordem. Apesar dos riscos, a corte ainda era o melhor lugar para eu ficar até termos um plano de ação, afinal, como manda a regra, é mais seguro estar em meio a uma multidão, pois assim as chances de virar alvo de alguém são menores, já que a exposição é um fator intimidador. Claro que aqui grande parte da multidão estava querendo minha cabeça, mas não era como se eles fossem tentar me matar aqui dentro, eu acho. Na dúvida, a precaução era o melhor remédio.

Porém, apesar dos cuidadosos esforços de meus guarda-costas em me conduzirem despercebidamente até nosso destino, caminhar pelos corredores foi mais fácil do que poderíamos ter imaginado. Era como se estivéssemos em uma zona neutra por onde era possível transitar livremente. Ninguém sequer dirigia o olhar na nossa direção. Essa espécie de feitiço tinha um motivo, a eleição do novo governante, o que significava que seu efeito era temporário, ou seja, uma vez o novo governante sendo eleito, todos voltariam a cuidar não só de suas vidas, mas da dos outros também e sem sombra de dúvidas meu caso voltaria a ser discutido como uma das prioridades, já que representava uma falha grave de segurança. Enquanto esse momento não chegava, eu deixei as preocupações acerca do meu futuro de lado, pois dependendo de quem fosse eleito governante, outros tantos futuros além do meu estariam seriamente comprometidos. Em uma hora, aproximadamente, seria possível precisar isso com certeza, pois era o tempo que faltava para o início da votação.

Sendo a única que não poderia dar às caras no auditório onde estava acontecendo toda a movimentação, Dimitri e Abe, depois de me fazerem quinhentas recomendações cada, me trancaram no quarto pelo lado de fora e dirigiram-se até lá, afinal, era impossível prever o que aconteceria e Abe poderia ser útil caso algo alguém tentasse fraudar o processo eletivo. Bem ou mal, ele era o mestre em compulsão e o único capaz de detectá-la facilmente sem ser compelido por ninguém. Super-Abe.

Os dois estavam preocupados em me deixarem sozinha, com medo que eu fosse aprontar alguma coisa, sim eles confiam em mim desse jeito, mas pra dizer a verdade eu estava conformada com a minha situação. Tanto que logo me atirei na cama de Lissa e acessei nosso canal de comunicação para acompanhar os preparativos do evento mais esperado desde que Tatiana foi encontrada morta. A idéia inicial era acompanhar toda a eleição através de Lissa, mas todo aquele falatório dos que aguardavam ansiosamente o início da eleição acabou me nocauteando. Eu não dormia há dias, portanto assim que me acomodei e fiquei ao som daquele zum-zum-zum todo, o cansaço finalmente deu seu bote fatal e eu não durei mais do que quinze minutos acordada. Teria levado menos tempo ainda para eu cair no sono se eu não tivesse resistido. Mas eu resisti, e como, não porque eu tinha medo do sonho que poderia ter, como Lissa havia sugerido, mas porque eu tinha medo de não voltar mais a sonhar. Felizmente, eu estava enganada e naquela mesma noite, desde que Adrian se foi, eu sonhei com ele pela primeira vez.

~~~~~~~~~~~~~~* * *~~~~~~~~~~~~~~

12 Comentários leave one →
  1. Leh permalink
    07/31/2011 6:09 PM

    Ah Abe tem que dar um crédito apra ela…
    Sério ela não vai mas dar showzinhos….
    Ah sim é triste, tbm senti como se a parte festeira da Rose tivesse morrendo junto com Adrian…
    Sim era ele que estava partindo…
    Quem será a novo rei ou rainha…
    Curiosissima…
    Sim Abe é o Super Abe/Pai/Advogado, entre outras utlidades…
    É engraçado ver Abe com ciumes…
    srsrsrs…
    Ah adorei…
    Até domingo que vem Litlle…
    Beijos…

  2. 07/31/2011 6:17 PM

    O_O

    *o*
    😥

    OMG!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Eu acho que acabei de surtarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! O_O

  3. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    07/31/2011 6:19 PM

    Tudo bem surtar, Jane, mas da pra pelo menos dizer o pq? hahahah bjss

  4. Patrícia permalink
    07/31/2011 6:30 PM

    Amei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Você como sempre muito talentosa, sei que estou devendo ainda um comentário do capitulo 49 com a morte de Adrian, pois não consegui transpor para escrita o que significou aquele capitulo. só posso dar os parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. 07/31/2011 7:19 PM

    hauhauahauhauahauhau
    Ok, vou me explicar melhor… é q me passou um milhão de coisas na cabeça qdo ela sonha com o Adrian!!!!!!!!
    Por isso surtei!!!!!!!!!!

    I’m sorry… hauhauahauhauahau
    Eu surto demais!!!!!!!!!!
    Bju^^😄

  6. nicole permalink
    08/02/2011 9:09 AM

    Haa little pq vc faz isso comigo?!! Imagina coo estou,choradno no trabalho kkkkk
    Meu q cap lindo,mt emocionante,eu gosto de ver esse lado sensivel da Rose eo o Dimite se preucupando com ela é Lindo!!!
    Parabens ta otimo!! bjaooooo

  7. Audrey permalink
    08/05/2011 4:01 PM

    O ciúmes do Abe eh divertido haha
    Awnnnn estou com saudades do Adrian😦
    e esse sonho no final? vai ser mesmo ele???
    sei q estou lendo na sexta feira, mas não tive tempo, tava morrendo de saudades de vir ler a fic, parabéns Little

  8. Joyce permalink
    08/07/2011 9:32 PM

    Muuito bom, estou adorando. heuheueh, mas uma perguntinha… o braço direito do zach não estava quebrado? devo ter perdido alguma parte, sla..

    beijos..

  9. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    08/07/2011 10:31 PM

    Hmmm sim, mas pq a pergunta? não entendi

  10. Joyce permalink
    08/15/2011 12:23 PM

    por ele ter carregado ela no 50 … sla

  11. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    08/15/2011 5:46 PM

    Ai pior que eu fui conferir e sim eu quebrei o braço do guri, esqueci disso e ainda fiz ele carregar a Rose! hahahahha
    Bah essa foi pior que ter escrito uma fanfic inteira dizendo que os olhos do Adrian eram azuis! hahahaha
    Vou ter que dar um jeito nisso! =/
    Credo que vergonha!! hahahaha
    Thanks pela observação Joyce!!

  12. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    08/15/2011 5:55 PM

    Hihihihi arrumei! acho que agora ficou menos contraditório hahahaha

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