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Fanfic Last Sacrifice – Capítulo 45

05/29/2011

Eu não gosto de fazer promessas porque eu sempre tenho medo de não as cumprir. Ontem eu cai na asneira de dizer que ia tentar postar o capítulo até a meia noite, não deu e eu morri de culpa. Então para aliviar o peso da minha consciência eu quero dizer que eu tentei, mas não deu! Fui revisar o capítulo e levei MTO mais tempo do que eu estava esperando pra fazer isso.

Mas aqui estamos com a continuação da história, que está muito perto do fim, a princípio, pois se tem algo incerto nessa fanfic é quando será o tal grand finale não é mesmo? Acho que até eu mesma me surpreenderei ao escrever The End, hahahah.

Preparados para mais intensidade? Com vocês, o capítulo 45!

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Fanfic Last Sacrifice (by Little) – Capítulo 45

Quando senti um braço tocar o meu eu soube que não estava sozinha na enfermaria, mas ainda assim preferi manter meus olhos fechados.

“Rose, eu sei que você está acordada. Olhe para mim”, disse uma voz familiar, tão familiar que eu me obriguei a obedecer.

Abe gentilmente pegou minha mão perguntando se estava tudo bem, o que eu não soube responder, pois muita coisa aconteceu e eu não havia processado nem a metade. E não sei se queria.

“Abe, se eu lhe perguntar uma coisa você promete me dizer a verdade por mais que ela seja dolorosa?”.

“Você tem minha palavra. O que você quer saber?”.

“Como está Adrian?”, eu disparei sem fazer onda. Antes de responder minha pergunta, Abe voltou a sentar na poltrona ao meu lado, cruzou as pernas e respirou fundo, o que me deixou um pouco apreensiva. Será que ele realmente me dirá a verdade?

“Ele está vivo…”, Abe finalmente falou. “… embora o estado dele não seja nada bom. Dimitri e os outros disseram que o choque que ele sofreu foi violento e por conta disso ele teve uma série de fraturas, sangramentos internos e externos, sem falar nas queimaduras. O que também não está ajudando no quadro geral é a forte batida que ele deu com a cabeça em uma pedra, mas o que realmente está preocupando os médicos é o pulmão esquerdo, perfurado por um pedaço de costela quebrada”.

“Meu Deus…”, eu disse colocando a mão sobre a boca, tentando engolir o choro. “Onde ele está agora?”, eu disse fazendo menção de me levantar. Abe impediu que eu fosse adiante.

“Adrian está na unidade de tratamento intensivo, onde você não pode entrar por enquanto porque ele ainda está muito instável e precisa ser assistido constantemente pelos médicos. Sinto muito”.

“E quanto Dimitri e os outros?”, eu perguntei já com medo do que poderia ter acontecido com eles depois que eu aparentemente me desconectei da realidade.

“Estão todos bem. Dimitri está ali fora, plantado do lado da porta desde que trouxe você aqui”.

“Por que ele está do lado de fora?”.

“Porque ele estava me deixando nervoso de tanto andar de um lado para o outro aqui dentro”.

“Você o colocou para fora do quarto?”

“Do jeito que você fala até parece que eu o arrastei porta afora!”, Abe ponderou. “Eu só precisei pedir com jeitinho”.

“Você compeliu Dimitri?!”, eu quase pulei da cama, indignada. “Será possível que você não respeita os sentimentos das pessoas nem mesmo num momento difícil como esse?”.

“Você realmente vai criar caso por causa disso?”. Eu apenas mordi o lábio e assumi minha postura de filha birrenta, o que fez Abe revirar os olhos, rendendo-se por completo. “Entre, Dimitri. Ela acordou”.

Assim que Dimitri pôs os pés dentro do quarto e fechou a porta, o que aconteceu poucos segundos depois, ele direcionou seus olhos para mim. Sua respiração estava acelerada, mas seu rosto mostrava alívio.

“Bem, eu vou deixar vocês dois sozinhos”, Abe disse indo em silêncio até a porta. Porém, antes de ele sair, eu poderia jurar tê-lo ouvido resmungar algo sobre o que um pai não faz por um filho. Pobre Abe, eu sabia que tinha sido injusta ao depositar nele toda minha ansiedade, mas eu não consegui me controlar. Além disso, eu precisava ver Dimitri e falar com ele para saber o que realmente aconteceu, pois Abe não estava lá no momento do ocorrido e, por mais que fossem boas as intenções dele, é sabido que quando uma informação é passada adiante, ela sofre interferência tanto de quem a emite quanto de quem a recebe. Logo Abe me contaria uma história, enquanto Dimitri me reportaria fatos e por isso o questionei sobre tudo que eu havia perdido. Aparentemente, a batalha havia acabado. Depois que Mikhail matou os últimos Strigois ao nosso redor, os outros poucos que passaram pela entrada principal não foram muito longe, tendo sido mortos em seguida. Com a situação sob controle, Dimitri aproveitou para me levar direto à enfermaria, onde também buscou socorro para Adrian, pois como o estado dele parecia ser bastante delicado, eles ficaram com medo de acabar causando danos ainda maiores se tentassem mexer com ele. Assim, por não saberem a extensão dos ferimentos, acharam melhor contar com a ajuda de profissionais especializados.

“Há algo incomodando você nesse rolo todo, não é mesmo?”, eu perguntei o óbvio, constatando que Dimitri parecia tenso e preocupado.

“De certa forma”, Dimitri respondeu. “Quer dizer, Adrian está correndo risco de vida agora porque ele…”.

“Ele salvou sua vida”. Eu completei a frase que parecia não conseguir sair da boca de Dimitri, como se não fizesse sentido para ele. “Mas, Dimitri, foi uma escolha que ele fez. Ele teve suas razões”, eu acrescentei sem mencionar que provavelmente eu era a razão de ele ter feito aquilo, pois se eu não tivesse me abatido tanto com a surra que Dimitri estava levando, ao ponto de quase me deixar ser morta, Adrian teria permanecido em segurança ao lado de Christian dentro da redoma de fogo.

“Sim, eu sei. Eu devo uma a ele”, Dimitri disse ao se aproximar da cama e beijar o topo de minha mão, como se soubesse os motivos que levaram Adrian a assumir tantos riscos. Não confiando na minha voz para dizer o mesmo sem gaguejar e começar a chorar, eu apenas apertei a mão de Dimitri, que ainda segurava a minha.

“Como você está se sentindo?”, ele perguntou após alguns minutos. Culpada? Impotente? Como se estivesse vivendo um pesadelo?

“O melhor que eu consigo, considerando tudo que aconteceu”, foi minha resposta, no entanto. “Eu sinto como se precisasse fazer algo porque ficar aqui nessa cama não vai me ajudar em nada. Eu preciso sair daqui”.

“Vem cá, eu ajudo você”, Dimitri ofereceu-se para me tirar da cama.

“Mesmo?”, eu perguntei demorando a crer que Dimitri não estava bancando o superprotetor e seguidor de normas que costuma ser. “Eu posso mesmo sair daqui?”.

“Você deveria receber autorização médica para isso, mas como os médicos estão ocupados e provavelmente demorarão a passar por aqui, e eu sei que você não terá paciência para esperar, acho melhor que pelo menos você tenha a minha supervisão”. Ok, talvez eu tenha me precipitado em pensar que Dimitri havia evoluído nesse quesito. Apesar de que era bom ver que ele ainda era o bom e velho Dimitri, com suas neuroses e preocupações, pois pelo menos assim as coisas pareciam mais normais, como deveriam ser. Eu não sabia pra que tanto cuidado comigo sendo que eu não estava gravemente ferida, apenas apresentava alguns arranhões e hematomas, o que se poderia considerar normal para alguém que participou de uma batalha. Mas se a condição para sair da cama era aceitar ser tratada como se eu fosse quebrar com o impacto contra o chão, eu estava dentro.

Posicionando meus braços por trás de seu pescoço para que eu me segurasse nele, Dimitri envolveu seus braços ao meu redor e foi me trazendo para frente até que eu deslizasse pela beirada da cama e ficasse em pé diante dele. Somente então Dimitri me soltou e eu consegui enxergar que a roupa dele ainda era a mesma do dia anterior, coberta de sangue e rasgada em algumas partes. Céus, quando Abe disse que ele não saiu do lado da porta eu pensei que ele estivesse exagerando.

“Dimitri, todo esse sangue… Você tem que cuidar disso”, eu disse estendendo minha mão até uma grande mancha na altura de seu abdômen. Instintivamente ele segurou minha mão e desviou o corpo, como se não quisesse que eu o tocasse.

“Desculpa”, Dimitri disse erguendo a camiseta para mostrar um enorme curativo. “Ainda está um pouco sensível”. Eu respirei aliviada.

Com um tímido sorriso no rosto, Dimitri voltou a se aproximar e me abraçou com força, deixando de lado seu cuidado excessivo comigo e com seu curativo. Diante disso eu não resisti ao impulso e retribui o abraço forte, aconchegando minha cabeça em seu ombro.

“Eu pensei que ia perder você”, eu desabafei assim que me senti segura nos braços de quem um dia foi apenas meu instrutor.

“Ei, olha pra mim”, ele gentilmente ordenou ao acariciar meu rosto. “Eu estou aqui, Roza e isso…”, Dimitri me beijou carinhosamente nos lábios, “… isso é o que importa”, ele finalizou. Permitindo-me render à tentação por um breve instante antes de definitivamente encarar a realidade, eu segurei o rosto de Dimitri entre minhas mãos, fechei os olhos e deslizei lentamente meus lábios sobre os dele para depois cobri-los com um beijo. Era pra ser um beijo simples, mas assim que nossos lábios se tocaram, nós não conseguimos nos desgrudar antes de uns cinco minutos terem se passado.

“Nossa, eu não conseguiria viver sem isso”, eu disse quando interrompemos nosso beijo. Os olhos castanhos de Dimitri pareciam ter vida e concordar comigo, tamanho o brilho que refletiam. Lamentando não poder aproveitar mais tempo com ele, eu tateei seus lábios com a ponta dos meus dedos imaginando como seria tê-los deslizando pelo meu corpo. Como se a cada beijo, a cada toque, ele pudesse tirar de mim o peso que eu estava sentindo em minhas costas, a angústia, o medo. Meu corpo enviava mensagens claras de quais eram minhas intenções, e eu sei que Dimitri as sentia, bem como o que se passava pela minha cabeça, mas em nenhum momento avançou o sinal, apesar de eu saber que se eu tomasse qualquer iniciativa, ele entraria na onda rapidinho. Pra dizer a verdade eu queria ir além, mas agora não era a hora e por isso eu respirei fundo e dei um passo para trás. Ao fazer isso, Dimitri passou a mão na minha cabeça mostrando compreensão e respeito pela minha decisão.

“Onde fica a unidade de tratamento intensivo?”, eu perguntei.

“Rose, eu entendo que você queira muito ver o Adrian, mas ele não pode receber visitas por enquanto”, Dimitri repetiu o discurso de Abe com todo cuidado para não parecer rabugento.

“Eu sei, mas eu quero ser a primeira a visitá-lo quando ele estiver estável. Você me leva até lá?”. Dimitri não respondeu, apenas abriu a porta, calçando-a com o pé.

“Primeiro das damas”. Eu revirei os olhos, não muito acostumada com esse tipo de cavalheirismo vindo de Dimitri, afinal nunca pudemos demonstrar nossos sentimentos em público com medo de que qualquer atitude pudesse parecer suspeita ou ser mal interpretada.

Quem costumava fazer esse tipo de gentileza era… Adrian, eu pensei, sendo tomada por uma tristeza repentina, enquanto eu e Dimitri caminhávamos lado a lado, porém em silêncio, pelos corredores da escola.

Desde o começo Adrian tentou me conquistar com aquele jeito galante que até me deixava sem saber direito como reagir. Eu pensei que nunca cairia na lábia dele por conta disso, mas a exposição aos constantes agrados de Adrian apenas fez com que meu coração conseguisse encontrar um espacinho para ele ali dentro e logo eu já estava começando a me acostumar com tantas gentilezas. Não só a acostumar, mas a gostar também. Foi quando eu me dispus a conhecer de fato aquele Moroi de olhos verdes e aprendi que jamais seria amada por alguém como por ele.

Adrian foi quem meu deu forças e motivos para continuar seguindo adiante talvez no momento mais negro da minha vida até o dia de hoje, onde eu sentia que podia perdê-lo a qualquer minuto. Ele me amou mesmo sabendo que seria difícil eu retribuir tal sentimento; confortou-me quando as lágrimas que eu derramava eram por outro; esteve do meu lado mesmo quando eu achava que não era necessário; aceitou meus termos e condições para ser aceito como meu namorado, enfrentando até mesmo a resistência de sua família. Adrian nunca teve vergonha de andar ao meu lado ou de assumir que faria qualquer coisa por mim. Ele tinha orgulho disso.

Eu tentei lutar contra as lágrimas que vieram à tona instantaneamente, mas não foi possível detê-las. Droga, eu pensei, será possível eu estar fadada a perder todas as pessoas que um dia me amaram de verdade?

Ao perceber meu choro, Dimitri apenas segurou firme minha mão, entrelaçando nossos dedos para que continuássemos o resto do caminho de mãos dadas. Ele não disse uma palavra, mas ao mesmo tempo disse tudo. Que agora era a vez dele de ficar ao meu lado enquanto as lágrimas que eu derramava eram por causa de Adrian, dando-me forças e motivos para seguir adiante.

E daquele jeito continuamos andando em silêncio, com passos lentos e ritmados até a unidade de tratamento intensivo, que na verdade não passava de uma porta fechada com um enorme cartaz anunciando a entrada permitida apenas de pessoas autorizadas. Ao lado, uma caixinha branca indicava a existência de um intercomunicador dotado de uma câmera que era acionada sempre que alguém de dentro da unidade atendia o interfone. Mas quem estava do lado de fora não via absolutamente nada, podendo apenas ouvir o que era dito através do pequeno auto-falante do dispositivo acoplado à parede. Minha vontade era de tocar o interfone e pedir pelo amor de Deus que alguém viesse me dar alguma notícia sobre o estado de saúde de Adrian, mas eu sabia que isso somente iria atrapalhar aqueles que estavam provavelmente lutando para salvar a vida dele. Portanto eu resolvi sentar em um dos bancos nada confortáveis próximos a porta da UTI, uma espécie de sala de espera nada aconchegante para quem não podia fazer nada além de aguardar por informações, assim como eu.

A falta de conforto não era algo que incomodava, mas também não passava completamente despercebida, apesar de eu saber o motivo de não terem colocado belas poltronas estofadas e aconchegantes nesta zona da enfermaria. Pacientes que estão internados nessa unidade requerem atenção e tratamentos especiais, muitas vezes correndo risco de vida, logo proporcionar acomodações confortáveis para quem está do lado de fora é até uma forma de crueldade, pois a espera pode ser angustiante.

“Abe disse que Adrian não está estável. O que exatamente isso significa?”, eu perguntei a Dimitri, que sentava ao meu lado, percebendo a necessidade de ocupar minha mente com qualquer conversa, já que o silêncio, aqui, diferente do que em outros lugares, parecia cheirar a morte.

 “Significa que a recuperação dele está acontecendo de forma mais lenta do que é necessário, dando margem para que os danos que ele sofreu se agravem”.

“Isso tem algo a ver com a tal perfuração do pulmão?”, eu continuei.

“Céus, seu pai não lhe poupou de nenhum detalhe, pelo visto”, Dimitri disse, surpreso. “Mas respondendo a sua pergunta, sim, o quadro dele não só tem relação com essa perfuração como também está agravado por causa disso”.

“Como assim? Por que, então, eles simplesmente não removem esse pedaço de osso?”.

“Rose…”.

“Eu quero saber, Dimitri, tentar entender pelo menos! Se você não me explicar eu acharei alguém que me explique. Até mesmo Abe”.

“Agora eu sei como você o obrigou a falar”, ele resmungou antes de render-se a minha chantagem. “Tudo bem, é o seguinte: nossos pulmões não foram feitos para suportar líquidos, quer dizer, eles conseguem funcionar com limitações até certo ponto, mas não é assim que deveria ser. O que está acontecendo com Adrian é que o osso que perfurou o pulmão dele gerou um orifício por onde está entrando sangue e somente após todo esse líquido ser drenado é que os médicos poderão fazer algo a respeito do osso”. Eu senti meu rosto fica pálido.

“Em outras palavras, se algo não for feito logo, ele se afogará com o próprio sangue?”, eu praticamente balbuciei.

“É uma possibilidade”. Algo na forma como Dimitri respondeu me levou a crer que várias outras coisas poderiam acontecer além da minha suposição e por alguma razão ele não as especificou. Ainda bem, porque eu não sei até onde eu conseguiria suportar.

“Espera aí!”, eu disse ao lembrar de um pequeno grande detalhe. “Lissa pode salvá-lo!”, eu exclamei com uma ponta de esperança, porém a julgar pela expressão de Dimitri isso já havia sido considerado.

“Lissa está sabendo do que aconteceu, Rose, mas não é como se ela fosse largar tudo o que está acontecendo lá na corte real e voltar para St. Vladimir”.

“Como você pode dizer uma coisa dessas? Ela jamais se negaria a ajudar alguém, principalmente Adrian! Por acaso você não sabe o tamanho do coração daquela Moroi?”.

“Eu sei, Roza”. Dimitri disse com o sotaque acentuado, o que geralmente acontece quando ele fica emotivo. “Ela arriscou a própria vida para me trazer de volta, como eu poderia não saber?! Mas desta vez a decisão não depende apenas dela, pois com o surgimento de mais um Dragomir e a denúncia das irregularidades que vinham acontecendo, Lissa e Jill, com a ajuda de sua mãe e até mesmo de Victor, conseguiram fazer com que a eleição fosse adiada por alguns dias para que as acusações feitas por eles fossem melhor investigadas e para que fosse avaliada a possibilidade de Lissa assumir seu lugar junto ao conselho”.

“Meu Deus, você está falando sério?”, eu disse notando, talvez pela primeira vez desde que eu acordei, um tom de empolgação na minha própria voz. Dimitri apenas concordou com a cabeça. “Uau, Lissa deve estar nas nuvens. É uma pena que eu não possa estar com ela, quer dizer, nós sempre imaginamos como seria se ela um dia conseguisse fazer parte do conselho e em todas as vezes eu me via junto com ela…”.

“Talvez você tenha uma chance”, Dimitri sugeriu.

“Eu não vejo como”.

“Bem, como Lissa não pode simplesmente deixar a corte, nós transportaremos Adrian até lá assim que for possível”.

“Você está louco? É arriscado demais viajar com alguém num estado tão delicado assim! Tá certo que eu gostaria muito de estar ao lado de Lissa nesse momento, mas eu jamais arriscaria a vida de Adrian por causa disso!”.

“O problema é que essa decisão não cabe a você, mas aos pais dele, Rose, e Daniela Ivashkov disse que se houver uma chance de Lissa salvar o filho dela, ela assumirá quaisquer riscos. Ela é a mãe, ela decide”.

“Você parece concordar com isso”, eu disse meio irritada, deixando de escanteio minha ponta de euforia.

“Desculpe-me pelo que eu vou lhe dizer, mas você tem que entender que os médicos não conseguiram ajudar Adrian de maneira efetiva até agora. Cada procedimento ao qual ele não responde bem é uma espécie de agressão que ele sofre, tornando-o ainda mais vulnerável. E isso não significa que os médicos são incompetentes, significa que o caso de Adrian é realmente sério. Eu sei que há riscos em transportá-lo até a corte, mas sinceramente?…”. Dimitri pausou e baixou um pouco sua bola antes de continuar, o que não foi necessário ao ver que eu havia entendido onde ele queria chegar.

Dimitri tinha razão. A quem eu estava tentando enganar? Lissa realmente é a melhor chance de Adrian. Eu engoli seco.

Se não a única.

 ~~~~~~~~~~~~~~* * *~~~~~~~~~~~~~~

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10 Comentários leave one →
  1. Bárbara permalink
    05/29/2011 1:27 PM

    Meu deus Litlle não se pode terminar algo assim. Eu To tão emocionada que To até chorando. Vc ñ pode terminar assim, eu estou incorfomada com esse final. Mas estava muito bom o capítulo eu adorei mesmo só não Me inconformei com esse final. Little vc podia continuar a fic né? Assim ninguém ia sentir falta da Rose,Dimitri,Lissa,Adrian,Cristian e os outros.

  2. MAYARA permalink
    05/29/2011 1:28 PM

    ahhhhh

    eu nao quero que o Adrian morra….ele é tdb
    torcendo para que a Lissa consiga salva ele

    essa é a melhor fic de LS que eu li ate hoje
    little vc vai fazer uma continuaçao para ela ???

  3. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    05/29/2011 1:34 PM

    Bárbara, vc diz que se inconformou com fim do capítulo né? Porque a fic ainda não terminou, que fique claro.

    Mayara, ainda escreverei mais alguns capítulos pra encerrar fanfic, mas uma vez que eu terminá-la de vez, não haverá continuação, sorry.

  4. Jaíne permalink
    05/29/2011 2:16 PM

    Nháááááá
    *o*
    Morrendo aquiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!

    Será q eu sou tão ruim assim ao ponto de não me importar (muito) com a “morte” do Adrian???? Que fique claro, eu amo ele… mas sei lá…
    Tô com dó… mas sei lá… acho q sou meio ‘sanguinária’ hauahuahau
    XD
    Como sempre tá perfeito Little!!^^

  5. Bárbara permalink
    05/29/2011 2:16 PM

    Eu sei que não terminou, Lutlle, é que Me esprecei muito mal já que eu estava quase aos prantos por causa do Adrian e a coisa toda. Mas como a Mayara disse essa foi a melhor fic de LS que eu li. Eu pessoalmente achei melhor que o livro mA dai vai de opinião Pq o livro também está muito bom

  6. Amanda Mina permalink
    05/29/2011 2:38 PM

    Littleee!!! A-RRA-SOU AMEEEI o cap e acho q é uma das primeiras vezes que eu n penso “COMO ELA TERMINA UM CAP ASSIM??” pq esse até que foi mais light!

  7. nicole permalink
    05/29/2011 3:13 PM

    AA little q fofo este cap,td bem qo Adrian ta dodói e tal mas é fofo ver a Rose eo Dimitre juntos preucupados com o Adrian!!
    poo q pena q a fic via acabar,é a melhor q eu vi e eu sinceramente achei melhor do q ultimo livro!!
    vc ta de parabens!!
    quero +++

  8. Leticia permalink
    05/29/2011 6:22 PM

    Não vc não pode matar o Adrian…
    Por favor…
    A Oksama não pode salvá-lo…
    Ai meu Sus Little…
    Não faça isso comigo…
    Beijos e Lüften posta mais…

  9. 05/30/2011 2:32 PM

    Little Dhampir, eu juro que se você matar Adrian eu encontro seu endereço e você irá morrer da mesma forma que ele (EUESTAVABRINCANDO,ok?)
    Meu deus Little, save-o, pleeeeeeeeeeeeeeeaaaaaase, eu imploro a você, é serio, Adrian não pode acabar assim… Não, assim, não.
    AAArght, huh, raiva, você não pode terminar um capitulo assim, não é justo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Táenfim -parei- byebye e estou ansiosa pelo proximo capitulo, se não enlouquecendo por ele.
    Beeeeeijos.

  10. erika permalink
    10/01/2012 8:30 PM

    como vc acaba um capitulo assim eu to chorando muito aqui nao me deicha na depre aqui nao emmmmmm o Dimka e lindo mais o Adrian tao bem e muito fofo

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