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Fanfic Last Sacrifice – Capítulo 44

05/22/2011

Estamos de volta depois do que foi o primeiro atraso crítico desde o início da fanfic. As circunstâncias não foram nada favoráveis mas eu consegui hehehe. Depois de ter entrado em crise e ter o destino contra mim, o capítulo 44 ficou pronto! Bora ler? Só aviso que não será fácil. E por favor, não saiam sem deixar a impressão de vocês. Depois de mais de uma semana longe, eu estou sentindo falta de ler comentários hehehe =)

Depois de tanto tempo esqueceu o que aconteceu antes ou quer reler algum capítulo anterior? Clique aqui

Boa leitura!

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Fanfic Last Sacrifice (by Little) – Capítulo 44

Eu apenas saí do que parecia ser uma hipnose quando uma voz conhecida ecoou por entre as árvores.

“Você perdeu completamente a cabeça? O que você está fazendo aqui?”. Eu não tinha dúvidas. Era Christian e, pelo conteúdo da conversa, ele só poderia estar falando com uma pessoa.

“O mesmo que todos, oras, ajudando de alguma forma”, eu ouvi Adrian responder para meu alívio e, ao mesmo tempo, desespero, afinal ainda havia uma guerra acontecendo lá fora. Sem pensar duas vezes, avancei floresta adentro tentando determinar a localização exata deles através de suas vozes.

“Acredite, Adrian, você não está ajudando assim”.

“Pelo amor de Deus, lá da Igreja eu ouvi você pedindo reforço! Quem você está tentando enganar?”. Merda.

“E desde quando você é o reforço?”, Christian rebateu.

“Eu tenho uma boa pontaria graças às aulas de tiro que fui obrigado a fazer pelos meus pais. Me dê sua arma e você terá seu reforço”.

“Adrian, eu vou lhe dizer isso apenas uma vez. Volte para a igreja, ok? É o melhor que você pode fazer no momento”.

“Desculpe, meu caro, mas isso não vai acontecer”.

“Adrian, você não sabe o que está fazendo!”.

“Você pode ter certeza de que eu sei”, Adrian respondeu. Os dois pareciam duas crianças discutindo.

“Não, você não sabe. Porque há algum tempo Rose foi verificar se estava tudo bem com você, seu idiota. Você tem alguma idéia do que ela vai pensar quando chegar lá e não ver você?”. Tarde demais para essa pergunta, Christian, eu pensei, sem diminuir o passo.

“Ela, o quê?”, Adrian quase gritou.

“Você me ouviu muito bem, Adrian. Você precisa voltar”.

“Ah, agora eu entendi! Você está inventando toda essa história apenas para conseguir o que quer, não é mesmo? Espertinho, você quase me pegou nessa”. Christian não respondeu e isso sim me fez parar, pois perdi completamente o meu sentido de orientação.

“Vamos, garotos, falem!”, eu sussurrei enquanto olhava ao redor, esperando por um sinal. Demorou um pouco, mas ele veio.

“Tudo bem, Adrian, se você não quiser ir por bem, você vai por mal”. Christian finalmente resolveu se manifestar. Mas em seguida eu ouvi o barulho de uma arma sendo engatilhada.

“Ei, Christian! Ei, ei! Que diabos vocês está fazendo?”, Adrian perguntou meio preocupado. Foi nesse exato momento que eu consegui alcançar os dois e ver Christian apontando sua arma para Adrian sem piedade e realmente disposto a atirar. Adrian parece ter tido a mesma impressão, tanto que deu alguns passos para trás com as mãos erguidas em rendição na altura do peito, sem nunca tirar os olhos de Christian.

“Chega!”, eu gritei para os dois. Eu não estava muito distante de Adrian, logo eu caminhei na direção dele e o segurei pelo braço. “Christian, abaixe essa arma, agora!”.

“Desculpa Rose, mas não é bem para o Christian que eu estou apontando a arma…”. Então ele fez um sinal com a cabeça para olharmos para trás, onde não havia nada, mas em seguida eu senti o meu velho conhecido mal estar indicando a presença próxima de Strigois. Provavelmente Christian deve ter ouvido algo que eu e Adrian, no calor da discussão, não percebemos. Quem diria que, de nós três, justo o mais brincalhão estava agindo com seriedade agora? Eu ainda achei tempo para me sentir culpada. Céus, eu estava ferrando com tudo. Era meu dever protegê-los, meu dever detectar a presença de Strigois com antecedência, não de Christian.

Tentando fazer algo para compensar minha falta de pró-atividade, eu analisei a situação. Nós não tínhamos tempo para fugir, pois o nosso inimigo se aproximava com tanta velocidade que eu podia quase sentir o vento deslocado por ele bater em mim.

“Christian…”. Eu nem precisei terminar minha frase para ele saber o que eu ia pedir. Na mesma hora uma parede de fogo se ergueu ao nosso redor.

“Eu ainda posso ver vocês”, disse uma voz masculina que parecia ecoar pelo bosque, dificultando a identificação de sua origem, já que não havia ninguém no nosso campo de visão. Instintivamente eu puxei Adrian para perto de mim. Estaca em punhos.

Além de estarmos sendo ameaçados por um Strigoi, havia algo errado, pois o bosque estava muito silencioso, quando na verdade não deveria. Será porque nosso exército estava conseguindo dominar a situação, ou o contrário? Sinceramente, eu preferia o som da batalha.

Minhas preocupações precisaram ser deixadas de lado, pois de trás de uma árvore saiu um homem com características bem distintas. Cabelo avermelhado na altura do peito, combinando perfeitamente com seus olhos vermelhos. Forte como um touro. Seria demais pedir um Strigoi magricelo?!

“E agora?”, Christian perguntou.

“Aquela sua história sobre ter pedido reforço é verdade?”, eu perguntei esperançosa.

“Mais do que você imagina”, Christian disse em alto e bom tom, provavelmente querendo distrair o Strigoi. Porém, ele se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido. “Pra dizer a verdade, eu não pedi exatamente reforço, Rose. Eu apenas mandei um recado a Dimitri, dizendo que talvez precisasse da ajuda dele para procurar você. Tipo, eu estava começando a ficar preocupado, pois já fazia um tempo desde que você havia saído para conferir se estava tudo bem com Adrian e eu não podia simplesmente deixar todos aqui sem minha ajuda para procurá-la, então eu achei que deveria avisá-lo. Mas você sabe o isso significa”. Eu gelei porque, sim, eu sabia. Não havia dúvidas de que Dimitri viria investigar o que estava acontecendo comigo, saber do meu paradeiro. Ele não conseguiria lutar imaginando que eu estivesse em perigo, ou pior, morta. O problema é que vindo para cá ele estaria se expondo a esse Strigoi, que pode até não ser muito diferente dos quais ele estava enfrentando na primeira linha de batalha, mas estaria sujeito a cometer erros e ficar vulnerável, como sempre acontece quando alguém que realmente importa está envolvido em uma situação de perigo. Aliás, essa foi a razão de termos nos afastado nesse confronto; nós estávamos nos preocupando mais um com o outro do que com nós mesmos. Um ato desesperado, irracional, pois foram tantas as vezes que nós fomos separados contra nossa vontade que ficamos apreensivos, ansiosos e sujeitos a cometer erros, sempre que nos sentimos ameaçados a passar pela mesma situação novamente. Por isso eu sabia que Dimitri viria, pois na situação dele eu faria a exatamente o mesmo.

“Maravilha…”, eu resmunguei em voz alta ao perceber que do outro lado do círculo de fogo ao redor de Christian e Adrian, mais alguns Strigois apareceram, sendo que um deles mantinha Mikhail como refém. “Eu sabia que não deveria tê-lo deixado sozinho“, eu resmunguei enquanto acompanhava com os olhos Mikhail ser levado para perto do aparente líder daquele bando, o ruivo sardento. “Christian, eu acho melhor você dar sua arma Adrian”, eu disse sem tirar os olhos de Mikhail. Christian não perdeu tempo fazendo perguntas e acatou minha sugestão como uma ordem, até mesmo porque ele sabia que se algo acontecesse, ele ainda teria seu poder para se defender, ao contrário de Adrian.

“Eu disse que era melhor eu ficar com ela”, eu ouvi Adrian dizer a Christian, meio indignado. Porém, logo em seguida ele entendeu o que estava acontecendo. “Rose, espera aí!”, ele disse, chamando minha atenção. “Da última vez que você me deixou armado sem achar isso uma péssima idéia foi porque você…”, Eu apenas ergui as sobrancelhas. “Ah, pelo amor de Deus, Rose, você não pode estar pensando em enfrentá-los!”.

“Eu não estou pensando em enfrentá-los, Adrian. Eu já decidi que vou”.

“Uma ova que você vai! Eu atiro em você para impedir, se for necessário!”, ele retrucou.

Eu então me aproximei de Adrian e segurei seu braço com um pouco mais de força do que eu gostaria para fazê-lo olhar bem nos meus olhos.

“Você acha que pode mandar em mim só porque está armado? Pois ponha uma coisa na sua cabeça. Armas podem lhe dar certo poder, mas elas não fazem de você um herói. Então não tente agir como um. Se você quiser atirar em mim, atire, mas para matar, pois mesmo ferida eu vou sair dessa redoma de fogo e lutar. Você sabe que eu vou”. Ao invés de responder, argumentar ou até mesmo atirar em mim, Adrian permaneceu me encarando em silêncio, mostrando através de sua expressão que o que ele estava sentindo não tinha nada a ver com ódio ou revolta. Ele estava apenas com medo. Não por ele, mas por mim. Pega desprevenida, eu acabei sendo amansada por tamanho sentimento, levando minha mão até seu rosto, acariciando-o brevemente. “Não se preocupe comigo, ‘little Moroi’. Eu ficarei bem, ok?”, eu disse com uma voz suave. Adrian fechou os olhos como se minhas palavras gentis, somadas ao meu toque, o machucassem, mas mais do que isso, com tal ato ele mostrou que entendia a importância de eu agir nesse momento. Então, com um suspiro, eu me virei para Christian que, ao meu sinal, abriu uma pequena brecha para que eu pudesse passar pelo fogo sem que minhas roupas incendiassem, restaurando-a novamente assim que a atravessei. Uma vez do lado de fora, focalizei minha atenção nos dois Strigois diante de mim.

“Eu não sei se vocês sabem…”, eu me dirigi a eles, que me olhavam curiosa e cautelosamente. “… mas a líder de vocês, Sonya Karp, está morta, o que torna Mikhail uma peça sem valor agora”.

“Não se preocupe, pois nossa intenção não é mantê-lo vivo”, o tal Strigoi ruivo disse. “O que eu posso fazer é garantir uma morte tão rápida que ele nem sentirá dor. Tudo que você terá que fazer é responder uma simples pergunta”, ele ameaçou.

“Tudo bem, mas se nós vamos conversar, você poderia pelo menos me dizer seu nome?”, eu tentei parecer calma e enrolar enquanto pensava na melhor forma de atacá-los sem virar carne moída em menos de um minuto.

“Você não precisa saber meu nome para esse tipo de conversa. Eu apenas farei uma pergunta que deverá ser respondida diretamente. Nada de mentiras, enrolações ou pegadinhas, entendeu? Caso contrário, você pode considerar seu amiguinho como um dos meus”. Merda, eu não estou lidando com amadores aqui. “E se você acha que estamos blefando, recobre que, como você bem disse antes, Mikhail é uma peça sem valor para nós agora”.

“Tudo bem, o que você…”.

“Onde diabos está Dimitri Belikov?”, ele me atropelou com sua pergunta.

“Vocês entraram no perímetro da escola e não se depararam com ele?”, eu respondi. “Quer dizer, ele deveria…”

“Eu estou aqui”, Dimitri disse surgindo de uma passagem lateral próxima ao maior grupo, do lado oposto ao que eu estava. Os olhares que os Strigois lançaram para Dimitri eram de surpresa, o que era engraçado, apesar de fazer todo sentido, pois da mesma forma como eu me surpreendi em ver pessoas que eu conheci em vida serem transformadas em Strigois, eles também deveriam estar achando estranho alguém que era um Strigoi estar de volta a sua forma original. “Qual é rapazes, vocês vão ficar só olhando?”, Dimitri provocou. “Se vocês querem acabar comigo, sinto muito, mas vocês terão que me pegar”.

Ele não precisou dizer duas vezes. Imediatamente o Strigoi que segurava Mikhail o soltou, ou melhor, o jogou contra o chão sem dó nem piedade para se juntar aos demais que já estavam se posicionando ao redor de Dimitri para impedi-lo de tentar fugir.

“Onde você pensa que está indo?”, eu gritei para ele. “Você e o cabeça de fogo aqui são meus. Além do mais, nós ainda não terminamos nossa conversa”. E assim eu avancei sobre ele antes que ele pudesse fazer ou dizer qualquer coisa. Eu sabia que essa decisão acabaria com qualquer controle que pudesse ainda existir sobre a situação, mas eu não podia deixar que mais dois Strigois se juntassem aos aproximadamente cinco que estavam rodeando Dimitri. Logo, quando eu parti para o ataque, os outros não deixaram para menos e fizeram o mesmo com Dimitri.

O fato de eles serem cinco contra apenas um me preocupava, contudo eu me obriguei a lembrar que Dimitri não só era um guardião experiente, como também um dia já foi um Strigoi como seus adversários e, portanto merecia um certo crédito meu de que ele conseguiria segurar a barra até pelo menos eu conseguir ficar livre para ajudá-lo. E, acreditando fielmente nisso, me entreguei de corpo e alma à luta.

Eu estava agarrada nas costas Strigoi que soltou Mikhail, quase como um macaco, quando senti meu cabelo ser puxado com brutalidade para trás. A dor foi intensa e inesperada, mas eu não me deixei abater e, para não deixar o Strigoi em que estava montada livre, mantive minhas pernas ao redor da cintura dele e o trouxe junto comigo ao encontro do outro Strigoi, que eu mentalmente apelidei de “chucky”, em homenagem ao boneco ruivo e sardento do clássico filme de terror.

No meio da confusão eu pude ver que Dimitri estava tendo dificuldade em lidar com seus oponentes, apesar de ele já ter conseguido matar um deles, cujo corpo encontrava-se estirado no chão. Aguenta aí Dimitri…

“Rose, cuidado!”. A voz de Adrian me trouxe de volta e então eu percebi o quanto eu havia me permitido distrair com a luta do outro lado do círculo de fogo. O Strigoi ruivo preparava-se para morder meu pescoço, estando tão próximo que eu podia sentir um bafo quente contra minha pele. Para minha sorte, eu estava com as mãos entrelaçadas nos longos cabelos dele para afastar sua cabeça, embora não tivesse consciência disso até alguns segundos atrás. Então eu fiz uso talvez da primeira técnica de luta que aprendi provavelmente na primeira série do ensino fundamental, o bom e velho puxão de cabelo, já aproveitando para revidar o que eu havia recebido antes. Com uma das mãos eu dei um jeito de puxar um punhado daqueles fios próximos à nuca, por situarem-se numa região mais sensível e, assim que senti segurança em soltar a outra mão, usei outra manobra ridícula contra Strigois, mas que eu sabia que o pegaria desprevenido. Cravando minhas unhas e dedos nos olhos do infeliz, ele perdeu o foco pelo tempo necessário para eu fazer alguma coisa, o que, no fim, não foi necessário, pois Mikhail apareceu logo atrás, cravando uma estaca no coração da versão mais assustadora que eu poderia ter conhecido do brinquedo assassino.

Não houve tempo para agradecimentos nem comemoração, já que o Strigoi que eu mantinha entre minhas pernas conseguiu se soltar e parecia disposto a acabar conosco.

“Mikhail, vá ajudar Dimitri. Eu fico com esse aqui”, eu disse.

“Rose,…”, Mikhail hesitou.

“Mikhail, vá!”, eu disse enquanto corria ao encontro do tal Strigoi para que Mikhail pudesse percorrer o caminho até o outro lado em segurança. Ao mesmo tempo, ouvi Adrian gritar.

“Você está tentando se matar, por acaso?!”, ele perguntou, desesperado. “Christian, chega desse fogo todo”, Adrian voltou sua atenção para o Moroi ao seu lado. “Reduza essas chamas e me deixe fazer alguma coisa. Você não vê que ela surtou de vez?”.

“Christian, não ouse!”, foi tudo que eu tive tempo de dizer antes de ser lançada como um frisbee a uns 10 metros de distância. E de lá eu vi que restavam apenas mais dois Strigois do outro lado, sendo que cada um lutava respectivamente com Mikhail e Dimitri, que ao me ver ser arremessada daquele jeito, perdeu segundos de concentração, tempo suficiente para que ele ficasse a mercê de seu adversário.

A essa altura o Strigoi que me atirou longe estava vindo ao meu encontro, mas eu não conseguia levantar do chão. Não era nenhuma limitação física que me impedia de fazer isso e sim meu pânico ao ver o que estava acontecendo com Dimitri. Eu queria poder fazer algo, mas sabia que se eu tentasse correr não chegaria a tempo de nada e não é como se eu pudesse pedir para ser lançada naquela direção pelo Strigoi que me lançou aqui.

Com Dimitri completamente imobilizado, o agressor dele poderia escolher como matá-lo e as opções eram vastas, considerando que Mikhail, apesar de ter percebido a situação, não representava uma ameaça a ele, pois ainda estava envolvido na sua luta.

“Meu Deus, Dimitri, não…”, eu pensei desesperada. Alheia ao que acontecia ao meu redor, eu senti meu corpo ser levantado completamente do chão, mas tudo que eu conseguia fazer era pensar se esse seria o fim de nós dois.

Minha reação ao que estava sendo feito comigo somente aconteceu quando ouvi um grito de Christian e vi que Adrian simplesmente atravessou a barreira de fogo mesmo sabendo que de lá ele não sairia sem umas boas queimaduras de segundo grau. Céus, eu não conseguia crer que Adrian tinha sido estúpido o bastante para fazer aquilo! Eu disse a ele para não tentar agir como um herói!

“Adrian, não! O fogo…”, eu tentei gritar para alertá-lo, mas não consegui vocalizar mais do que um sufocado sussurro. Foi aí que percebi que um Strigoi me segurava pelo pescoço.

 Eu assisti Adrian pular contra o fogo e atravessá-lo, rolando no chão para apagar algumas chamas de sua roupa e levantando-se logo depois mas, para minha surpresa ele não veio na minha direção. Ele foi na de Dimitri. E assim, minha ficha caiu.

Adrian viu o meu desespero e sabia o motivo dele. Ver Dimitri a beira da morte definitiva era demais para eu suportar, tanto que eu parecia estar me negando a defender o ataque que estava sofrendo, numa espécie de solidariedade, cumplicidade a Dimitri. Eu estava me entregando, me rendendo, mas com a atitude de Adrian um recado foi dado. Eu poderia, deveria reagir.

E foi o que eu fiz. Tirando forças não sei de onde, eu consegui contornar a situação após perturbar a atenção do Strigoi que me segurava com um cuspe no rosto. Lute sujo, mas lute. Esse era o espírito.

Quando eu consegui cravar minha estaca no coração dele eu ouvi o primeiro de muitos tiros e ergui minha cabeça a tempo de ver Dimitri ser largado no chão. Mas em seguida o Strigoi em que Adrian atirava virou-se  na direção dele parecendo imensamente perturbado.

Tudo aconteceu muito rápido. Como Dimitri não estava mais tão próximo do Strigoi como antes, Christian foi capaz de lançar uma bola de fogo sobre ele, mas ainda que em chamas, o filho da mãe conseguiu reagir, surpreendendo a todos, mas principalmente a Adrian, que foi arremessado contra uma árvore, sendo atingido bem no meio das costas pelo tronco da mesma e, quando atingiu o chão, acabou chocando a cabeça contra uma rocha, permanecendo ali, aparentemente inconsciente.

Eu corri até ele, assistindo, no meio do caminho, Mikhail acabar com o seu oponente e em seguida finalizando o Strigoi em chamas. Ajoelhando-me ao lado de Adrian acho que entrei em choque ao ver o estado em que ele se encontrava, pois sentia meu corpo leve e minha mente distante. Eu não sei quanto tempo eu fiquei fora do ar, mas quando eu finalmente voltei a mim eu não estava mais no bosque e sim numa cama de enfermaria, próxima a uma janela por onde entravam os primeiros raios de sol da manhã. Graças a Deus, o pior já passou, eu pensei, sorrindo feliz e fechando os olhos para apreciar o calor solar matinal. Porém ao respirar fundo e relaxar, a lembrança do que aconteceu durante a noite veio à tona e eu me vi sendo puxada de volta para um pesadelo sem fim. O pior estava apenas começando.

~~~~~~~~~~~~~~* * *~~~~~~~~~~~~~~

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17 Comentários leave one →
  1. Milena Bolikov permalink
    05/22/2011 4:24 PM

    Ah meu Deus!!!!
    O Adrian tá morto…com certeza
    Só faltava essa…Gente são tantas emoções…
    Eu tô começado a ler Last Sacrifice original….Tá muito legal, mas não é como
    os caps da Litlle!!!
    Eu nem acredito ki daqui a pouca vai acabar os caps…e muito menos que já sai o último livro da serie…Já to sentido falta da Rose, do Adrian, do Dimitri, da Lissa até mesmo do chato do Hans, como eu poderei viver sem mais livros da serie, sem mais momento lindo, fofos e mega românticos da serie…(Choros)@_@
    Bitocas para vc^s

  2. Audrey permalink
    05/22/2011 4:40 PM

    NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO AI MEU DEUS, EU TO QUASE CHORANDO AQUI!!!

  3. Rose Ivashkov permalink
    05/22/2011 5:10 PM

    Pelo amor de Deuas amiga, não mate o Adrian, pajalsta!!!! Eu imploro se for preciso, mas não o mate!!!!!

  4. Jaíne permalink
    05/22/2011 5:50 PM

    Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh
    PQP
    PQP
    PQP
    PQP
    PQP

    Nhááááááááá… morrendo aquiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
    Eu tô com uma cara assim: O_O
    *surtei*

  5. 05/22/2011 7:08 PM

    LITTLE, MEU DEUS DO CÉU, VOCÊ NÃO VAI FAZER ISSO COM AGENTE NÉ? MEU DEUS, EU TO EM PANICO TOTAL, MEU DEUS, OQUE VAI ACONTECER? ADRIAN? DIMKA? ROSE? MIKHAIL? OOOOOOOH, PANICO TOTAL, NOS DE ALGUMA ESPERANÇA!!!!
    omg :/ preciso saber alguma coisa sobre os prox cap ou qualquer coisa meu deus, morrendo aqui só pra saber sobre o adrian, desesperada !!!!!! =/

  6. Jaíne permalink
    05/22/2011 7:18 PM

    Hey, o Google Chrome comeu meu comentário!!!!! ò_ó
    Masssssssssssss, vou fazer novamenteeeeeee.

    Meu Deus Little, como vc me acaba um capítulo desse jeito, mulher??????????????
    O_O
    Tô besta(mais do que sou) ainda.
    *surtei*

  7. Bárbara permalink
    05/22/2011 7:31 PM

    MEU DEUS. COMO VC PODE TERMINAR O CAPÍTULO ASSIM LITTLE? me fale por favor. O Adrian não pode morrer!!! Bom vamos ver tudo pelo lado bom a luta acabou e a Rose , o Dimitri , o Cristian e o Milka ( não me lembro bem como escreve desculpas se estiver errado) estão vivos mas vendo pelo lado ruim nós não sabemos o que aconteceu com o Adrian e com o monte de gente e também a fic vai acabar. Eu já li Last Sacrifice não sei quantas vezes mas eu garanto a todos que a fic e o livro são totalmente diferentes e vale a pena ler as duas.
    Beijos Babi

  8. 05/22/2011 7:33 PM

    Lüften…
    Não mate o Adrian…
    Eu imploro…
    O.M.G não me faça chorar, Lüften…
    Ele não pode morrer…
    Ai posta mais…
    O que aconteceu…
    Não me deixe assim…
    O que aconteceu com o Dimka…
    e o Chris…
    Droga…
    Vou ter um enfarte…
    Beijos..

  9. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    05/22/2011 8:24 PM

    Olá pessoas!! Tava com saudade dos surtos de vocês! hahahaha
    Seguinte… eu não posso dizer o que vai acontecer com os personagens a um ou dois capítulos do fim da fic!! Acaba com toda a graça, né? =p

  10. Jaíne^^ permalink
    05/22/2011 9:05 PM

    \o/
    Nháááá
    Senti tanta falta da fic!!! Ainda bem que voltei e li até agora!!!!!!!!
    Eu preciso de fériassssssssssssssssssss.
    hauahauhauahauhau

  11. Laís permalink
    05/22/2011 10:03 PM

    OMFG……

    Como a Rose foi parar na enfermaria?!
    E o pior que está por vir é o que?

    Por favor, please….. não demore mais que uma semana para postar o próximo capítulo, é judiar demais atrasar de novo!!!!!!!!!!!!!1

  12. Natany permalink
    05/23/2011 12:51 AM

    omg…q agonia…

  13. Stéf permalink
    05/23/2011 9:27 PM

    Zilhões de anos que não apareço aqui…mas consegui ler tudo o que faltava e OMVG!!! Amei.
    Você é fantástica Little. Quero muito ver a continuação…e se o Adrian morreu…ahhh vou amar!!! kkkk bjs

  14. nicole permalink
    05/24/2011 1:27 PM

    aaaaaaa vc me odeia,me odeiaaaa!!!
    OMG little!! vc fez d proposito nao?? me deixou uma semana sem nd e depois vem com essa bomba p/ eu poder surtar! rsrsrs
    meu q cap,valew a pena esperar!!!
    quero maaaaais
    🙂

  15. Anne' permalink
    05/24/2011 9:25 PM

    Little! OMG! Sinto muito não ter escrito antes, mas eu tinha que ter certeza antes de lhe dizer, só que ler os livros anteriores é sacanagem portanto vou postar mesmo não estando totalmente certa disso, os Morois não se tornam Strigois por matar outra pessoa com um tiro, ou estaqueando, ou decapitando, etc… Eles só se tornam Strigois se matarem uma pessoa por beber sangue dessa mesma pessoa até a morte dela. Quer saber? Mesmo assim, com algumas falhas, sua fic está mais que ótima está Perfeita! Vc é ótima escritora, pelo Las Sacrifice que eu li, (eu peguei na net então nao sei se é o original, la falava q sim, mas mesmo assim…) sua fic ta melhor do que o livro original! Mas vc tinha q terminar esse capitulo assim? Sei lá, da um presentinho pra gente e soltar o capitulo mais cedo? Pooooor favooooooooooooor!

  16. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    05/24/2011 9:37 PM

    Olha Anne, como vc mesma disse tem coisas que só lendo os livros mesmo para saber o que é ou não é verdade no mundo de Vampire Academy. Mas antes do *SPOILER* Dimitri virar um Strigoi eu achava que eles eram monstros que emitiam sons guturais hahaha. Também achava impossível que Strigois pudessem ser trazidos de volta a vida. Muitas coisas só foram provadas possíveis depois de terem acontecido então eu usei a minha lógica para esse detalhe que você mencionou sobre um Moroi matar alguém com um tiro e poder se tornar um Strigoi. Quando se mata alguém, vc tira dessa pessoa a essência dela, vc mata seu espírito e essa é a premissa básica para um Moroi se tornar um Strigoi. Eu apenas adptei 😉
    Quanto a lançar o capítulo mais cedo, é impossível. Talvez até atrase um pouco, por motivos que eu prometo explicar a todos vocês depois hehehe. Mas estou fazendo o possível para estar com ele pronto até domingo!
    E thanks pela consideração =)
    bjinhoss

  17. .:Little.Crazy.Dhampir:. permalink
    05/28/2011 12:16 AM

    omg.. quase uma semana depois o comentário engolido da jaíne aparece na lista.. sinistro!! hahahaha

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