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Fanfic Last Sacrifice – Capítulo 43

05/08/2011

Saudações, leitores!

Devido ao Dia das Mães, o capítulo saiu um pouco atrasadinho do que o de costume, mas aqui está ele! Eu não sei mais o que dizer a vocês, pois a partir de agora é apenas uma questão de tempo para realmente eu terminar a história. Dois, três capítulos no máximo. E como eu não sou piedosa, nada de mamão com açúcar para vocês. É adrenalina e tensão até o fim, eu prometo hahahaha. Preparados para mais uma dose semanal? Com vocês, o capítulo 43!

Para ler capítulos anteriores, clique aqui.

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Fanfic Last Sacrifice (by Little) – Capítulo 43

O tempo parece ter parado assim que Mikhail cravou a estaca no peito da Sra. Karp, porque eu não conseguia acreditar que ele realmente tinha feito aquilo. Era como se uma parte de mim esperava que ele fosse fracassar e inconscientemente até queria que ele fracassasse, para eu não me sentir a pessoa mais fraca da face da Terra por não ter conseguido matar Dimitri. Não havia dúvidas, porém, Mikhail fora muito mais determinado e bravo do que eu, apesar de isso ter acabado com ele. Ainda ajoelhado ao lado do corpo de Sonya, Mikhail parecia estar sofrendo a perda de sua amada como se fosse a primeira vez. Bem, tecnicamente não deixava de ser, pois agora era de caráter definitivo.

Tomada pela compaixão, eu imediatamente me levantei de onde estava e fui para perto dele, esperando poder fazer alguma coisa apesar de saber que não poderia fazer nada para aliviar a dor que ele estava sentindo. Ajoelhando-me ao seu lado, coloquei a mão sobre seu ombro.

“Mikhail, eu sinto muito, muito mesmo”, eu disse com a voz embargada. Ele apenas sacudiu a cabeça, como se aquilo não fosse necessário.

“Era a melhor coisa a ser feita, Rose. Se ela fosse trazida de volta ela não suportaria a idéia de ter matado tantas pessoas e feito mal a quem ela sempre quis bem. Tanto eu quanto ela sofreríamos muito mais”, ele explicou enquanto enxugava suas lágrimas e respirava fundo.

De alguma forma Mikhail estava certo, apesar de eu nunca ter pensado por esse lado. Se sonya fosse trazida de volta, ela, uma Moroi que nunca havia feito mal a uma mosca, teria que lidar com o fato de que por alguns anos foi uma assassina a sangue frio. Dimitri, que já estava inserido em um contexto mais violento por ser um Dhampir e conviver freqüentemente com o perigo, ficou arrasado ao lembrar-se das vidas que tirou de pessoas inocentes. Como Sonya reagiria a lembranças tão brutais? Afinal, isso não é algo que o tempo apaga ou faz você esquecer. Você apenas aprende a suportar aquela dor que você sabe que sempre estará lá e Mikhail não queria isso para Sonya, muito menos ser o responsável por fazê-la passar por isso.

Um ato de extrema nobreza, sem sombra de dúvidas, mas ainda assim eu não conseguia deixar de pensar que talvez Sonya fosse mais forte do que Mikhail imaginava, pois ela, assim como Lissa, também era sensível, de aparência frágil e de alguma forma, pura, pois foi criada em uma cultura onde Morois são vistos como se fossem feitos de cristal. Além disso, ao pensar não ter se especializado em nenhum elemento, a situação ficou ainda mais delicada, pois considerava-se e era considerada pelos outros como alguém inferior, como se houvesse algo de errado com ela.

No entanto, conforme o tempo foi passando e descobertas foram sendo feitas, Lissa conseguiu provar que sua diferença em relação aos outros existia sim, mas não no sentido de torná-la inferior ou menos capaz que eles, muito pelo contrário. Ela ainda é e talvez sempre será uma pessoa sensível, assim como Adrian, apesar de ele jamais admitir uma coisa dessas. Mas eles são dois dos Morois mais especiais que eu conheço. Se Lissa e Adrian conseguiram superar suas dificuldades, talvez Sonya também conseguisse.

“Será?”, eu perguntei em voz alta, sem querer, o que deveria ter ficado apenas em pensamentos, arrependendo-me mortalmente de ter deixado algo tão insensível escapar num momento delicado desses, afinal ficou parecendo que eu estava questionando o grau de sofrimento dos dois! E mesmo que fosse essa a questão, Mikhail conhecia a Sra. Karp muito mais do que eu e tinha melhores condições de saber o que ela era capaz ou não de suportar. Céus eu queria morrer!

“Rose, não me leve a mal, mas…”. Os olhos dele disseram tudo.

“Ok, ok, eu já entendi”, eu meio que resmunguei, impedindo que ele continuasse. “Eu preciso parar de querer salvar todo mundo”. Mikhail se permitiu sorrir um pouco.

“Você não precisa parar de tentar salvar todo mundo, até mesmo porque seu coração é tão grande que eu não sei se você conseguiria, mas deve lembrar-se de aceitar que algumas vezes não é possível”.

“Acredite Mikhail, você não é o primeiro a me dizer isso”.

“E certamente não serei o último. Mas não se preocupe, você chegará lá”.

“Falando em chegar lá, eu preciso ir. Eu deixei Adrian na igreja pouco antes do ataque e eu quero ver se está tudo bem por lá. Você ficará bem?”, eu perguntei a Mikhail.

“Rose, o que nós acabamos de conversar?”, ele rebateu.

“Ok, ok. Apenas…”.

“Eu tomarei cuidado, não se preocupe, ok? Eu apenas preciso…”, ele fez uma breve pausa, suspirou e continuou “… de mais alguns minutos aqui”.

“Eu entendo”, eu respondi sinceramente. Então eu me virei para Zach. “Como está o seu braço?”. O garoto olhou para o membro que mantinha flexionado junto ao corpo, como se o estudasse com cuidado.

“Ainda quebrado”, ele respondeu bem-humorado após alguns instantes, o que me fez revirar os olhos e implorar por paciência. Porém ao fazer isso eu tive uma idéia.

“Venha aqui”, eu sinalizei em direção onde estavam os corpos dos Strigois que havíamos matado. “Nós vamos fazer uma tipóia para você. Com sorte, talvez estabilize o seu humor também”, eu disse com um sorriso nada simpático.

“Se funcionar providencie duas então, pois você claramente também está precisando”. Eu apenas o ignorei, sacudindo minha cabeça sem acreditar no que estava ouvindo, provavelmente dando mais razão a teoria de Zach.

Ao me aproximar dos Strigois, rasguei a camiseta de um deles, abrindo-a completamente para tirá-la do corpo do sujeito e dobrando-a em seguida para obter uma larga faixa de tecido, de forma a conseguir amarrá-la em volta do peito de Zach. Após verificar que o tamanho serviria, eu larguei a faixa no chão.

“Agora, nós tiramos isso aqui e…”

“Uou, uou, uou!”. Zach fez um escândalo quando eu coloquei minhas mãos por baixo da camiseta que ele vestia. “Eu espero que você tenha um bom motivo para estar fazendo isso”, ele disse parecendo meio encabulado, mas certamente nada comparado à reação que teve ao ver que eu só queria soltar a faixa elástica onde ele mantinha a estaca reserva dele presa. O garoto ficou um tomate, o que eu achei, preciso confessar, lisonjeador. Para não deixá-lo mais constrangido, porém, eu fingi não ter notado e continuei minha técnica improvisada de primeiros socorros.

“Agora eu vou ter que erguer sua camiseta até tirar seus braços pelas mangas, ok?”, eu avisei dessa vez para não pegá-lo desprevenido. Com os braços dele livres, eu usei a faixa elástica como tipóia, pendurando-a no pescoço de Zach e cruzando-a ao longo de seu corpo para que ele pudesse apoiar seu braço nela. Então peguei do chão aquilo que um dia foi a camiseta de um Strigoi e amarrei ao redor do peito de Zach, prendendo seu braço e parte do ombro direito junto, da forma mais firme possível e sem machucá-lo. Isso sem impedir que ele pudesse movimentar o braço esquerdo, é claro e, por fim, puxei a camiseta de volta para baixo, passando o braço esquerdo dele pela respectiva manga e deixando a outra virada para dentro, já que não estava sendo usada.

“Melhor?”, eu perguntei.

“Sem comparação”, Zach disse, parecendo aliviado.

“Então vamos, porque eu preciso chegar naquela maldita igreja, de preferência antes do amanhecer”, eu ironizei, apesar de lá no fundo temer que mais obstáculos impedissem-nos de chegar onde Adrian estava antes do fim do confronto com os Strigois. E por fim do confronto eu não me refiria apenas a chegada do sol, mas a uma das partes vencer a outra ainda sob o céu estrelado. Qual delas seria a vencedora era difícil prever, considerando que eu não tinha notícias sobre como andava o ataque nos limites da escola.

Aliás, parte de mim sentia-se culpada por eu ter abandonado meu posto para checar Adrian enquanto havia tantas pessoas dependendo da minha experiência para lutar contra os soldados da Sra. Karp. Acontece que o meu outro lado estava sendo massacrado por mais culpa, a de não ter embarcado Adrian pessoalmente naquele avião que o levaria para a corte com minha mãe e Lissa, garantindo assim sua segurança.

Por isso, dizendo a mim mesma que a visita a Adrian seria rápida e que logo eu poderia voltar a minha função de origem, eu segui meu caminho até a igreja em passos acelerados, com Zach tentando me acompanhar na medida do possível.  E, quem diria, o garoto estava certo quanto aos Strigois terem uma rota principal de ataque, pois não encontramos mais nenhum deles até nos aproximarmos de nosso destino.

Contudo, a calmaria não era a mesma do lado oposto, onde Dhampirs e Morois esforçavam-se para sobreviver e ao mesmo tempo evitar que os Strigois chegassem perto da escola. O som da batalha ficava mais forte conforme avançávamos em direção a porta dos fundos da igreja, me deixando agitada e com um nó no estômago, principalmente quando eu chamei por Adrian, para ele abri-la e não fui atendida. Preocupada, comecei a bater incessantemente.

“Adrian, abre essa porta! Sou eu!”. Nada. “Por que ele está demorando tanto?”, eu resmunguei.

“Talvez ele apenas não esteja ouvindo, Rose. Acalme-se ou daqui a pouco ele nem precisará abrir a porta, pois você terá posto ela a baixo”. Eu continuei batendo e gritando, pois não achava provável que Adrian pudesse estar tão alheio ao escândalo que eu estava começando a fazer. “Rose, acalme-se!”, Zach enfatizou, segurando meu pulso.

“Merda!”, eu gritei, irritada, ao chutar a porta com força.

“Eu não entendo”, Zach disse assim que me soltou. “É apenas uma porta. Por que você simplesmente não a arromba?”.

“Por quê?”, eu soltei uma gargalhada nervosa antes continuar. “Porque há três barras de metal atravessadas horizontalmente na extensão das duas folhas da porta impedindo-as de serem abertas. Uma em cima, uma no meio e outra embaixo. Sem falar nos cadeados”.

“Como você pode saber? Por acaso foi você que…”, Zach nem precisou terminar a pergunta, bastando olhar para minha cara para ter sua resposta. “É claro que você trancou a porta”, ele disse parecendo não acreditar.

“Cuidado com o tom de julgamento, garoto. Você faria a mesma coisa se precisasse deixar alguém importante a salvo aí dentro”. Zach não prestou atenção no que eu dizia, parecendo mais interessado em estudar a arquitetura da construção da igreja.

“Rose, você é pequena. Eu acho que você passa por aquela abertura logo acima da porta”. Eu olhei para onde Zach indicou.

“Você é cego? O vidro daquela micro-pseudo janela além de grosso, é vedado”, eu disse com a cabeça ainda erguida, estudando todos os detalhes possíveis. “E mesmo que eu passe por ali, eu não vejo como…”.

“Abaixe-se!”, Zach gritou, me interrompendo. Graças aos intensos treinamentos que recebi na minha formação, aprendi que todo comando dado por nosso parceiro em uma situação de perigo deve ser atendido imediatamente e por isso, sem pensar duas vezes, eu me abaixei. No instante seguinte uma pedra um pouco maior que um paralelepípedo voou na direção daquela vidraça, atravessando-a, para minha surpresa.

Ao olhar, incrédula, para Zach eu vi que ele estava levemente curvado para frente, com o seu braço bom sobre o que estava quebrado. A expressão dele era a de quem estava fazendo um esforço para não sentar e chorar de dor. Não era para menos, pois para o garoto arremessar aquela pedra tão no alto e com tanta força, ele provavelmente forçou o braço que já havia sido mais do que judiado, mesmo que eu tivesse feito meu melhor trabalho de imobilização nele.

“Zach, você…”

“Apenas vá”, ele disse entre os dentes.

“Você vai ficar bem?”. Zach apenas concordou com a cabeça, ainda tomado pela dor. A única razão pela qual eu não insisti em ficar com ele para achar outra forma de entrar na igreja era porque eu já havia perdido tempo demais. Além disso, Zach fez tanto esforço para atirar aquela pedra na vidraça que se eu não tentasse pelo menos seguir a idéia dele, eu estaria fazendo pouco caso da dedicação dele em me ajudar.

Ao me afastar para pegar impulso e tentar pular na altura da janela, eu percebi que havia uma árvore próxima a nós, cujos galhos ramificavam-se exatamente na direção da porta da igreja. Duvidando se ela agüentaria meu peso ou não, eu mudei de idéia e comecei a escalá-la.

Tratava-se de uma espécie de figueira, com galhos grossos e extensos, porém isso também denunciava sua idade avançada, motivo para não se confiar totalmente na aparência forte de seus galhos. Prova disso foi quando eu estava no meio do caminho e pisei em uma dessas ramificações. Ela não cedeu imediatamente, mas ou ouvir o som da madeira rachando, eu achei mais seguro recuar, aproveitando para me abaixar cuidadosamente e arrancar aquela parte danificada. Segurando-a em uma das mãos eu segui meu caminho em direção a pseudo-janela pela qual deveria passar.

Após concluir minha macaquice com sucesso e estando a aproximadamente um metro de distância da parede da igreja eu estiquei meu bastão de madeira improvisado para eliminar os cacos de vidro que ainda estavam presos à esquadria da janela, agradecendo ao clima frio que me fez vestir um agasalho, pois assim pelo menos meus braços estariam mais protegidos contra eventuais aranhões.  Feito isso, eu atirei o tal pedaço de madeira no chão e pulei, agarrando-me no parapeito da janela. Com um pouco de esforço e a ajuda dos pés, eu pude erguer meu corpo até que conseguir me apoiar com firmeza e completar, assim, a escalada. Uma vez do lado de dentro da igreja eu não me preocupei em ser cautelosa e rapidamente me soltei, pulando direto no chão.

“Consegui, estou aqui dentro!”, eu gritei para Zach sem ter certeza de que ele poderia me ouvir, porém esperando que sim, pois minha prioridade agora era outra. “Adrian, onde está você?”, eu perguntava à medida que avançava por corredores e salas localizadas nos bastidores do altar da igreja, ficando cada vez mais ansiosa toda vez que não obtinha resposta. “Qual é Adrian? Isso não é engraçado!”, eu ouvia minha voz ecoar pelos ambientes.

Céus, onde será que esse garoto se enfiou, eu pensei, lembrando que Christian e Lissa costumavam se encontrar num sótão que havia aqui. Claro, como não pensei nisso antes?! Lá de cima, Adrian poderia não me ouvir chamando por ele. Respirando melhor eu subi as escadas de acesso ao sótão já com um sorriso de alívio no rosto.

“Adrian, você quase me matou de…”. Eu parei assim que subi o último degrau da escada. “… susto”, eu meio que balbuciei, sem ter a intenção. Ninguém. Não havia nenhum sinal de vida, muito menos de que alguém tenha estado ali num passado recente. “Merda…”. Meu coração acelerou e eu desci as escadas correndo.

Depois de verificar o confessionário e a sacristia, sem sucesso, restava apenas visitar o lugar dos fiéis e eu não tinha só um péssimo pressentimento em relação ao que eu encontraria, eu já estava vendo Adrian sadicamente crucificado como Jesus Cristo, porém com uma estaca no coração e algum tipo de bilhete direcionado a mim, dizendo: “Você pode salvar todo mundo, Rose. Você apenas não consegue”.

Eu somente percebi o quanto deixei a imaginação tomar conta da minha cabeça quando eu, de fato, pisei na região do altar, olhei ao redor e vi que tudo parecia na mais absoluta ordem, exceto pela ausência de Adrian. Então uma coisa chamou minha atenção e eu fui caminhando, a passos lentos e sem conseguir respirar direito, pelo corredor principal em direção a porta de entrada da igreja, que apresentava uma leve fresta por onde o vento que entrava fazia as chamas de algumas velas, acesas nos arredores, dançarem tempestuosamente. Conforme fui chegando perto, eu ouvi um pequeno barulho metálico e segui com os olhos na direção do som. Pelo lado de dentro da fechadura, estava pendurada a chave que eu havia deixado com Adrian.

A verdade me atingiu tão duramente quanto o vento gélido daquela noite assim que eu tive coragem de puxar a porta e abri-la. Adrian realmente não estava me ouvindo, mas não porque a Igreja tivesse sido invadida por Strigois ou porque ele estava escondido em algum lugar aonde o som da minha voz não chegava. Adrian não me ouvia porque não estava lá e pelo visto ele mesmo decidiu abrir a porta para poder sair.

~~~~~~~~~~~~~~* * *~~~~~~~~~~~~~~

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5 Comentários leave one →
  1. Bárbara permalink
    05/08/2011 3:03 PM

    Meu Deus!!!!!! O Adrian é tonto ou o que? A Rose quase teve um trosso quando soube que o Adrian não foi embora e agora ele some da Igreja?!!!!!! E o Zach tadinho quebrou o braço e ficou vermelho quando a Rose levantou sua blusa.
    É uma pena que a fic. vai acabar vou sentir muita saudade. Beijos Babi

  2. Natany permalink
    05/08/2011 6:24 PM

    oh meu Deus….maissss….

  3. Audrey permalink
    05/09/2011 2:25 PM

    OH MEU DEUS.

  4. Joyce Melo permalink
    05/12/2011 1:40 PM

    Maaaaaaaaaaaaaaaaaais, to curiosa.

  5. Jaíne permalink
    05/15/2011 9:48 PM

    Ok, antes tarde do q nuncaaaaaaaaaa!!!
    E eu volteiiiiiiiiiiiii!!!
    E mais uma coisaaaaa:> OMFVVG!!!!!!!!!!!!
    WTF is this???????
    Jesus, morrendo de curiosidadeeeeeeee
    Little, vc escreve muito bem!!!!!!!!!!!!! Jamais teria imaginação para td isso!!!!!!!!!

    Cara, tô chocada até agoraaaaaaaa!!!!!
    Parabéns, como sempre vc arrasou!!!!!!!
    ^^

    XD =D

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